Swaps, PPP e Buraco não são desta ministra são de Sócrates”
José G. Ferreira ( SIC N)
O ataque à nova ministra é uma pulhice!
Gostaria que os frenéticos Galambas & Comp. nos dissesse quantas vezes Sócrates mentiu ao país?
Se numa simples comissão de inquérito alguns energúmenos exigem a demissão da ministra, por suposta “mentira”, é licito perguntar: quantos desses bandalhos exigiram ,com a mesma determinação, a demissão de Sócrates durante as centenas de mentiras e até averiguações policiais?????!!!!!
Tenho 91 anos, viajei muitas vezes em camionetas como esta e este reencontro deu-me muito prazer. Viajava de Lisboa para o Bombarral e regresso (na empresa Capristanos), e de Lisboa para a Vermelha e regresso (via Cadaval, na empresa Claras). Havia muitas paragens pelo caminho, para saída e entrada de passageiros, e como toda a gente se fazia acompanhar por muita bagagem, o funcionário que mantinha sempre a tiracolo a malinha dos bilhetes e do dinheiro, não tinha descanso, a trepar constantemente para o tejadilho e a descer (por uns degraus fixos nos exterior, nas traseiras). O andamento era lento, e nas subidas o motor estafava-se rodando ruidosamente. Viajava-se. Fosse longo ou curto o percurso, ao sair-se da camioneta tinha-se concluído uma aventura a que não faltariam peripécias. Fernando Pinheiro
Tivemos oportunidade de constatar isso mesmo, ontem ao final da tarde numa comissão do Parlamento de Portugal.
Foi bonito de ver…
Swaps, PPP e Buraco não são desta ministra são de Sócrates”
José G. Ferreira ( SIC N)
O ataque à nova ministra é uma pulhice!
Gostaria que os frenéticos Galambas & Comp. nos dissesse quantas vezes Sócrates mentiu ao país?
Se numa simples comissão de inquérito alguns energúmenos exigem a demissão da ministra, por suposta “mentira”, é licito perguntar: quantos desses bandalhos exigiram ,com a mesma determinação, a demissão de Sócrates durante as centenas de mentiras e até averiguações policiais?????!!!!!
Tenho 91 anos, viajei muitas vezes em camionetas como esta e este reencontro deu-me muito prazer. Viajava de Lisboa para o Bombarral e regresso (na empresa Capristanos), e de Lisboa para a Vermelha e regresso (via Cadaval, na empresa Claras). Havia muitas paragens pelo caminho, para saída e entrada de passageiros, e como toda a gente se fazia acompanhar por muita bagagem, o funcionário que mantinha sempre a tiracolo a malinha dos bilhetes e do dinheiro, não tinha descanso, a trepar constantemente para o tejadilho e a descer (por uns degraus fixos nos exterior, nas traseiras). O andamento era lento, e nas subidas o motor estafava-se rodando ruidosamente. Viajava-se. Fosse longo ou curto o percurso, ao sair-se da camioneta tinha-se concluído uma aventura a que não faltariam peripécias.
Fernando Pinheiro
Por favor tirem minha publicação de 2013. Obrigada
Não vai ser fácil, mas vou tentar. Fique descansada.
Já está. Mais fácil do que eu previa.