Cada vez mais me convenço que em política não há pecados mortais, Cristina. E que a absolvição está antecipadamente garantida a quase todos. Mas a cobardia, de facto, parece-me imperdoável. Responder
Ai ele chamou-me cobarde?
Ó Aninha Gomes, trata-me deste malandreco!
Eu não acredito em pecados mortais. Mas, em política, nunca se sabe…

Cada vez mais me convenço que em política não há pecados mortais, Cristina. E que a absolvição está antecipadamente garantida a quase todos. Mas a cobardia, de facto, parece-me imperdoável.
É realmente revoltante ver como a cobardia, em certos meios, é aceite, ficando impune.
Chega a ser considerada uma virtude política, Cristina.
Ó Pedro entre nós parece-me ser antes “um pecado normal”…
Pois, Helena…