9 comentários em “Afinal não temos primeiro-ministro”

  1. Concordo, mas antes houve um miúdo também irresponsável a dizer que não quer brincar.

    Por vias das dúvidas vão todos a casa do ” pai Cavaco ” na segunda feira, vai haver raspanetes, se vai…

    1. Cavaco, o pai? Cavaco é o irmão mais velho, a ver como safar a coisa para ver se não sobra para ele. O pai é o FMI, e há-de aparecer um dia destes de vara de marmeleiro na mão.

  2. Estou farta de dizer que ele é tão alienado como o Vasco Gonçalves, com a vantagem (perversa, para todos nós) de ter melhor aspecto e por isso parecer normal. Mas ninguém me ouve…

  3. Infelizmente, a expressão «temos o que merecemos» tornou-se um lugar-comum. Apesar dos meus defeitos – e não são poucos -, pago os meus impostos, não cometo crimes, não viro as costas ao meu semelhante quando o vejo em apuros; enfim, nada de extraordinário: como eu, certamente muitos milhares de portugueses. Porque raio mereceríamos a choldra em que este país se transformou? Era o que mais haveria de faltar!

    1. Perfeitamente de acordo consigo e ainda por cima em nada contibuí para isto!
      Não tenho mesmo o que mereço, sem dúvida.

      1. A verdade é que a alternativa que a minoria maior tinha à disposição era fraquinha – para dizer o menos – e tenho muitas dúvidas que fizesse melhor – basta ver como são medíocres enquanto oposição. No último acto eleitoral não votei no PS, mas votei no PS quando Sócrates foi eleito. Sabe porquê? Porque queria ajudar a correr com Santana Lopes. Antes do fim do primeiro mandato de Sócrates, já me havia arrependido, mas, mesmo nessa altura, nunca me passou pela cabeça que merecia “isto”.

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