Primeiro António Costa anda a distribuir papéis elaborados por Mário Centeno, de onde resulta, tão certo como dois e dois serem quatro, que o PS irá criar 207.000 empregos até 2019. No dia seguinte António Costa desmente que tenha feito qualquer promessa e chama-lhe antes um compromisso de políticas nesse sentido, enquanto que Mário Centeno diz que o tal papel era um exercício de simulação. Hoje António Costa aparece a dizer ao Sol que há uma identidade de pontos de vista muito significativa entre ele e Manuela Ferreira Leite. Parece que afinal António Costa defende as políticas de Manuela Ferreira Leite para o controlo do défice: obtenção de receitas extraordinárias a qualquer custo, incluindo a venda antecipada de créditos fiscais ao Citygroup. Daqui, no entanto, resulta uma conclusão óbvia: o célebre Mário Centeno, que já era visto como o futuro Ministro das Finanças do PS, afinal vai apenas andar aos papéis.
Afinal havia outra.
Luís Menezes Leitão,

Será que o Costa teve um ataque de clarividência.
Mais um syrizista convertido à realidade?
É o total desnorte!
Ou desespero!
Como será quando chegarem os marcianos?
Para lembrar quem é senhora:
http://www.publico.pt/espaco-publico/jor nal/que-o-dinheiro-ja-ca-canta-198705
“…Disse mais ou menos isto: “Pouco me importa, o perdão fiscal era para arranjar receita e essa já eu a tenho. Se o dinheiro já cá canta, que interessa que tenha enganado as pessoas?””
Eu que não sou politico institucional mas que me considero um animal politico avanço com diagnóstico infalível: Só um estado de pânico letal justifica o descontrole, insegurança e o arrastar atrapalhado e doloroso do Dr. Costa. Um coxo deste calibre é forçoso que se estatele a olhos vistos antes da montagem das urnas onde apenas deverá contar com o gemido envergonhado das carpideiras de serviço.
Cada cavadela, cada minhoca, é mais que óbvio que este PS não serve (o de Seguro também não servia).
É por estas e outras que ninguém minimamente informado não pode levar a sério qualquer das propostas do PS, vivem essas propostas de conjecturas, cenários, simulações e isto só a nível económico, como será no resto, educação, saúde, justiça, soberania, ambiente, cultura.
Eu ainda não consegui saber o que cada programa (PS e PáF ) defende nas áreas que atrás referi, aliás a única coisa que percebi até agora é que o Páf a nível económico ainda não disse nada e o PS limita-se a conjecturar hipóteses assentes em variáveis que não controla.
É preciso dizer que o Centeno não passa de um teórico, que meteu umas coisas na cabeça para poder ensinar e fazer relatórios e que, de experiência da vida real tem pouca. Só assim se entende que ele tome por bandeiras a segurança no posto de trabalho e o consumo como motor do desenvolvimento. Ou seja, se ele conseguisse pôr em prática as suas teorias seria um perigo.
Esperemos que os eleitores, os juizes finais, saibam afastar do poder os banha da cobra; já chega de fantasias !!