A amante do presidente francês usou esse facto – como antes dela outras – para questões políticas numa luta com a anterior amante de Hollande. Está, por isso, sobre escrutínio – tanto mais porque usufrui de fundos públicos. Quem quer vida privada protegida não faz vida política. Querer o melhor de dois mundos é uma infantilidade e uma pretensão ilegítima. E em caso de dúvida tudo deve ser sempre resolvido a favor da liberdade de imprensa e contra quem, de algum modo, detém o poder.
De acordo com a liberdade de imprensa como valor supremo. Apesar disso, duas notas: “amante” pode ser utilizada com sentido pejorativo: “pessoa que mantém relações ilícitas com pessoa de outro sexo”. Por isso, seria talvez mais correcto dizer-se “companheira”. De qualquer forma, a liberdade de quem escreve deve sobrepor-se a estes pormenores, até porque “amante” é mais abrangente e foi provavelmente essa a intenção. Segunda nota – e esta, sim, é uma correcção: deve dizer-se “sob” escrutínio e não “sobre”. São dois significados absolutamente opostos…
E no caso de o presidente ter várias concubinas, todas elas seriam primeiras-damas? E caso o presidente seja homossexual e tivesses vários concubinos, estes também poderiam passar a viver no Elysée, com direito a estadia, segurança, etc., paga pelos impostos? E todos com direito a protecção da sua vida privada dos media – embora a sua vida privada tenha consequências no erário público?
Esta é boa para calar a “sherlock holmes” do fascismo que andava por aqui ontem.
A amante do presidente francês usou esse facto – como antes dela outras – para questões políticas numa luta com a anterior amante de Hollande. Está, por isso, sobre escrutínio – tanto mais porque usufrui de fundos públicos.
Quem quer vida privada protegida não faz vida política.
Querer o melhor de dois mundos é uma infantilidade e uma pretensão ilegítima.
E em caso de dúvida tudo deve ser sempre resolvido a favor da liberdade de imprensa e contra quem, de algum modo, detém o poder.
De acordo com a liberdade de imprensa como valor supremo.
Apesar disso, duas notas: “amante” pode ser utilizada com sentido pejorativo: “pessoa que mantém relações ilícitas com pessoa de outro sexo”. Por isso, seria talvez mais correcto dizer-se “companheira”. De qualquer forma, a liberdade de quem escreve deve sobrepor-se a estes pormenores, até porque “amante” é mais abrangente e foi provavelmente essa a intenção.
Segunda nota – e esta, sim, é uma correcção: deve dizer-se “sob” escrutínio e não “sobre”. São dois significados absolutamente opostos…
E no caso de o presidente ter várias concubinas, todas elas seriam primeiras-damas? E caso o presidente seja homossexual e tivesses vários concubinos, estes também poderiam passar a viver no Elysée, com direito a estadia, segurança, etc., paga pelos impostos?
E todos com direito a protecção da sua vida privada dos media – embora a sua vida privada tenha consequências no erário público?
Uma boa achega para uma futura revisão constitucional:
“Que se crie uma praia exclusiva para politicos.”
….tanta coisa que nos atormenta… e a Senhora preocupada com o cuecâme politico!
Onde andará a nossa Branca de Neve?
… só peles …