
Os cartazes do CDS/ PP são um bom exemplo de demagogia e populismo barato. Para além do cartaz que se vê na imagem, há outro onde se pergunta: "É justo dar o rendimento mínimo a quem não quer trabalhar?"
Na impossibilidade de retirar votos à ala mais reaccionária do PSD, hoje bem representada pela sua líder, o CDS/PP pisca o olho à extrema direita, apropriando-se de um discurso que tem muitos adeptos nas camadas da população menos informadas e instruídas. Ou seja, recorre às mesmas armas que servem para criticar Chávez: demagogia e populismo.
"Habemus Chávez!"

Ó Carlos, que duro…

Na verdade, as duas perguntas são pertinentíssimas.
Usá-las em cartazes, porque não?
Demagogia, onde?
…ai, eu bem sabia que não me devia meter nestes ‘assados’…, ainda se amofina comigo…
P.s.: não sou dessa ala, partido ou sensibilidade em particular. Mas que isto anda um regabofe, ai isso…
Continuas o perigoso esquerdista de sempre. Hehe…
será que hei-de responder “A brincar, a brincar” ou “com a verdade ménganas?” Ahahah!
Hehe… Onde é que eu já ouvi isso?
Amofino nada!!!!!! ( com muitas exclamações para irritar o sr. Palomar). É sempre um prazer vê-la por aqui e pelo outro cantinho onde me costuma visitar.
Ah, é verdade, mas não concordo consigo. Isto é mesmo populismo.
Ainda por cima, o(s) cartaz(es) mostra(m) um erro tornado hoje em dia comum vá lá saber-se porquê: entre a última letra e o ponto de interrogação não deve existir aquele espaço que lá está.
Mesmo com espaço a mais, a frase é um sufoco.
:))
É um sufoco e provoca-me vómitos, Maria do Sol
Acho esta frase muito pertinente e não percebo o que é que possa ter de mal.
Também já me cruzei com outra sobre os professores e a autoridade, Carlos. Como se eles (o CDS/PP) quisessem saber… É claro que é populismo.
Ainda hoje vi essa dos professores e lembrei-me de ti, Leonor. Até porque foi lá para os teus lados, na praia de S. Lourenço, onde fui almoçar.
Este que eu vi está num sítio mais resguardado, a meio do nada para uma grande superfície comercial. Obrigada por te teres lembrado de mim 🙂 São Lourenço é a minha praia preferida aqui na zona.
Um destes dias vi esse cartaz de que falas em Ribamar, Leonor. Mesmo à saída do “Mar Azul”, o que o torna de leitura obrigatória.
São uns pândegos, estes populistas
São mesmo. Quanto a Ribamar, têm de vir cá ter comigo um destes dias 🙂
Mas é alguma novidade Carlos?, Com Mr . Portas ao leme, o CDS/PP virou populista e demagógico. Mas por outro lado até é bom, é uma forma de capitalizar os votos extrema-direita, impedindo que ela se apresente por aí a fazer das suas com algum Le Pen de meia tigela à cabeça (até ver…).
Bem visto.
O seu raciocínio é pertinente…
Tem muita razão quanto ao populismo, demagogia e procura de votos na camada mais desinformada da nossa população que é, infelizmente, muito numerosa!
Populismo e demagogia são frases como «Construir Amanhã» com as meninas a olharem muito babadas para o Engº…
Essas também, como é óbvio…
No entanto, há quem continue a querer convencer-nos do contrário, cristal
Demagogia…
Secalhar era melhor uma frase típica do costume
“Futuro amanha”
“Pensar em Portugal”
“Confiança na mudança”
Isto diz alguma coisa a alguém ?
O que se vê no dia-a-dia eh o que realmente esta’ la’ escrito, TODOS OS DIAS, alguém relata mais uma injustiça, e quando não e’ relatada por alguém amigo, aparecem os inquisidores da tv a defenderem os pobres criminosos e a culpar a policia de tudo.
Não podemos ler este tipo de frases porque ? Mas somos todos *primas donas? Tem de ser tudo dito entre linhas?
Que tristeza.
Quando um país não respeita quem os defende, nunca poderá ser respeitado.
*não sei se existem em português, mas da’ para entender : )
Ler, lê quem quer, porque estão em espaço público. As reacções é que podem ser diferentes… Uns acham-nas populistas e soltam uma gargalhada. Outros meditam sobre elas com ar sisudoe consideram-nas muito sábias. É tudo uma questão de gosto…
Carlos, se formos por aí – as “armas” seriam mortíferas (passe o pleonasmo) e não escaparia nenhum, isto é – “ninguém teria boca para abrir”, digo eu…
O discurso eleitoral, em forma e conteúdo, cada vez mais, é uma “piscadela”em todos os sentidos – saibamos discernir e resistir.
É uma piscadela ao elitorado, cada vez com mais mau gosto, Maria