Quando entrei para esta “colectividade” – foi a Ana Vidal que me trouxe – pensei que me não aguentaria por cá mais do que umas breves semanas.
Porquê? Porque o “colectivo” me assusta um bocado e o político ainda mais. Ora este blogue tem uma frenética actividade neste campo. Acresce que a política partidária – o desporto mais praticado em Portugal, depois do futebol – causa-me urticária e aqui fala-se muito dela.
Por tudo isto, eu não via onde me encaixar. Ainda não vejo. Mas havia quem me tivesse julgado merecedora do convite e eu deveria corresponder…
Assim, foram passando os meses e hoje sinto-me em casa. Não porque tenha passado a gostar de política ou o blogue tenha mudado de cariz, mas porque verifiquei, com grande contentamento, serem as mulheres que, nesta casa, não falam dela. Abençoadas!

Ainda bem que estás cá, Helena. É óptimo ter-te como colega.
E está cá muito bem! É que é sempre tão bom lê-la, Helena!…
Parabéns e continue que por aqui temos muito gosto de lê-la!
E é fantástico poder continuar a ter-te por cá. É para mim um prazer constante ler-te. Que continues por cá enquanto queiras e que o queiras por muito tempo, é o meu desejo (egoísta, confesso).
Estou com o Pedro e com o João:) beijos
É muito bom sinal, Helena. Estamos todos “nessa”.:)
Só para receber estes comentários, já valeu o post!
E que brincando brincando, já foram 3 almoços e muitos, mesmo muitos, meses!
Também eu me senti intimidada por essa vertente e felizmente pode-se e deve-se falar de tudo por aqui. Celebrarei também com um post sobre pessoas e quotidianos, que disso é que eu gosto mesmo de falar.
Estás proibida de sair, Helena. É que conviver contigo, não sei se sabes, é uma terapia.
Ó Helena, até parece que me leu o pensamento. Depois de ter sempre escrito posts não políticos em blogues com forte cariz político, é no Delito onde me sinto menos deslocada. Talvez precisamente porque há várias outras pessoas (sobretudo o mulherio) que escrevem sobre faits divers.
Gosto muito de ser sua companheira cibernautica. Beijinhos.
E eu também. Mas tens que me tratar por tu – mesmo sendo a mais velha – porque isso é obrigatório. Abreijo!
Está combinado, Helena.
Beijo grande
PS – e vivam as jantaradas.
…ou melhor, as almoçaradas.