Acordo burrográfico (81)


Pedro Correia,

– Bebi Red Bull e bati no teto! Quando é que experimentas?

– Pode ser já. Mas prefiro uma teta em vez do teto.

4 comentários em “Acordo burrográfico (81)”

  1. Já bebi um Red Bull,
    Enquanto espremia uma teta.
    Ohhh you sperm(es) so cool,
    Dizia-me a vaca preta.

    Foi num domingo de sol,
    Na quinta do Zé Macário,
    Que ordenhei a Margarida.
    Ela vinha de babydool.
    E eu com cara de otário,
    Senti a coragem perdida.

    Mas o Macário, sorrindo,
    Ensinou-me a ordenhar.
    Seguras a teta com jeito.
    E neste balde tão lindo;
    Não tem nada que enganar.

    Óh Macário, e os cornos?
    Não me irão magoar?
    Nada. Não te apoquentes,
    Os cornos, não passam de adornos,
    E depois de te habituares,
    Até os achas elegantes.

    E depois deste forte alento,
    Com o Red Bull na mão,
    Fui-me à teta de mansinho.
    Procurei um bom assento,
    E cheio de convicção,
    Espremi-lhe todo o leitinho.
    No fim, com muito carinho.
    Margarida com jeitinho…
    Agradeceu-me a função…

    E o Red Bull deu-me asas!!!
    ;)))))))

    1. «Queres leite?
      A burra que to deite»
      E de repente este dichote da minha infância veio-me à memória, tantos anos depois, graças à sua inspiração poética. Não tomei Red Bull.

  2. Agora “teto” rima com “feto”, “abeto”, “neto”.
    Êstte AO trázze côisas núncca d’ânttes vísttas na línggua porttugguêsa…

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *