– Bebi Red Bull e bati no teto! Quando é que experimentas?
– Pode ser já. Mas prefiro uma teta em vez do teto.
4 comentários em “Acordo burrográfico (81)”
Já bebi um Red Bull, Enquanto espremia uma teta. Ohhh you sperm(es) so cool, Dizia-me a vaca preta.
Foi num domingo de sol, Na quinta do Zé Macário, Que ordenhei a Margarida. Ela vinha de babydool. E eu com cara de otário, Senti a coragem perdida.
Mas o Macário, sorrindo, Ensinou-me a ordenhar. Seguras a teta com jeito. E neste balde tão lindo; Não tem nada que enganar.
Óh Macário, e os cornos? Não me irão magoar? Nada. Não te apoquentes, Os cornos, não passam de adornos, E depois de te habituares, Até os achas elegantes.
E depois deste forte alento, Com o Red Bull na mão, Fui-me à teta de mansinho. Procurei um bom assento, E cheio de convicção, Espremi-lhe todo o leitinho. No fim, com muito carinho. Margarida com jeitinho… Agradeceu-me a função…
«Queres leite? A burra que to deite» E de repente este dichote da minha infância veio-me à memória, tantos anos depois, graças à sua inspiração poética. Não tomei Red Bull.
Já bebi um Red Bull,
Enquanto espremia uma teta.
Ohhh you sperm(es) so cool,
Dizia-me a vaca preta.
Foi num domingo de sol,
Na quinta do Zé Macário,
Que ordenhei a Margarida.
Ela vinha de babydool.
E eu com cara de otário,
Senti a coragem perdida.
Mas o Macário, sorrindo,
Ensinou-me a ordenhar.
Seguras a teta com jeito.
E neste balde tão lindo;
Não tem nada que enganar.
Óh Macário, e os cornos?
Não me irão magoar?
Nada. Não te apoquentes,
Os cornos, não passam de adornos,
E depois de te habituares,
Até os achas elegantes.
E depois deste forte alento,
Com o Red Bull na mão,
Fui-me à teta de mansinho.
Procurei um bom assento,
E cheio de convicção,
Espremi-lhe todo o leitinho.
No fim, com muito carinho.
Margarida com jeitinho…
Agradeceu-me a função…
E o Red Bull deu-me asas!!!
;)))))))
«Queres leite?
A burra que to deite»
E de repente este dichote da minha infância veio-me à memória, tantos anos depois, graças à sua inspiração poética. Não tomei Red Bull.
Agora “teto” rima com “feto”, “abeto”, “neto”.
Êstte AO trázze côisas núncca d’ânttes vísttas na línggua porttugguêsa…
Você anda com uma grafia cada vez mais esquisita, meio tremida… Alguma placa ‘tetónica’?