– A senhora desculpe-me a intromissão na sua vida íntima, mas há quanto tempo não pratica o ato sexual?
– Nunca pratiquei, cavalheiro. Recuso ser atada.
– A senhora desculpe-me a intromissão na sua vida íntima, mas há quanto tempo não pratica o ato sexual?
– Nunca pratiquei, cavalheiro. Recuso ser atada.
Senhora: queira desculpar, mas a minha ideia era desatá-la.
– A senhora deseja subir à cúpula da Pena?
– O cavalheiro é muito atrevido… Mas, tantos anos depois, é capaz de valer a pena.
(possível sequência do diálogo)
Desconheço a razão por que deixou de interessar a raiz das palavras. Parece-me tudo um bocadinho palerma neste acordo.
Há quem fique pelo tronco e pelas folhas, sem ir à raiz.
Nisto também.
Só poderia dar esta resposta, se recebe a pergunta por escrito.
Ou então, com ou sem AO, não sabia o queria dizer ato/acto sexual.
Comentário anónimo que não ata nem desata.
Não ata nem desata?
Então, quem responde ‘cavalheiro’ deverá saber que acto ou ato -com a mesma pronúncia- sexual, não é estar atada/apertada.
A não ser que a pergunta seja feita pelo prof. karamba e ai já mete amarração.
Cuidado com as bocas xenófobas ao Professor Karamba. Ainda é denunciado ao SOS Racismo pelo Doutor Mamadu.
É melhor por isso em ata, para não se perderem consoantes (consoante haja ato ou não)
E tem de haver nó.
Se não houver nó, será ato falhado.
Lenga lenga dos atados. Sexo é passar das palavras aos actos.
O que mais há por aí são atos falhados. Sobretudo quando o nó é mal feito.
Concordo que o acordo orthográfico é uma porcaria. Phoda-se!
Esplêndida resposta.