Boa adução argumentativa no que toca à crítica da “adoção” como presumível substituto de adopção. Recomendaria também ao seu amigo(a) que pretende fazer a adopção que verificasse a ausência de dislexia na criança para não vir mais tarde a vê-la escrever “doptoramento” em vez de doutoramento, como faz o comentador anterior João. Tenham um bom fim-de-semana. 😉
-És espectador assíduo dos debates na AR?
-Não gosto quando espetam, nas touradas.
Espeto sentado. Quero dizer: espero sentado.
E se vier a fazer um doptoramento.
Para isso é preciso ter muitos contatos e um fax ligado ao fimdesemana
ter contatos tem muito impato.
Bem viscto, Vasco.
onoris causa?
Doutoramento? É canja. Passa-me aí uma folha de papel A4 e uma caneta. O próximo domingo que dia do mês é?
Boa adução argumentativa no que toca à crítica da “adoção” como presumível substituto de adopção.
Recomendaria também ao seu amigo(a) que pretende fazer a adopção que verificasse a ausência de dislexia na criança para não vir mais tarde a vê-la escrever “doptoramento” em vez de doutoramento, como faz o comentador anterior João.
Tenham um bom fim-de-semana. 😉
Adoto essa sugestão.
E, depois, o anúncio: Criança dotada adotada!
Grande ‘slogan’, Cristina.
E um apelo, no fim do anúncio: a.dot.com.amor
amor.come?
Não, esse é o amor canibal.
E viva a imaginação 😉
🙂
Hum…
O acordo é um erro, sem dúvida. E algo me diz que Portugal será o único a pô-lo em prática. Não há auto-estima mais nesse País.
A.F.
É um erro lapidar, não tenho a menor dúvida. E sinto-me muito bem acompanhado na defesa desta tese.