O que é que isso tem a ver? Ninguém pronuncia o agá de há ou de hoje. E não é por isso que deixa de ser escrito – pelo menos por quem tem a escolaridade mínima.
A propósito de burrografia. No telejornal da RTP1, que mais parece o da tvdamanha, com o rodrigues a dar as notícias que nem um artista dramático de romances radiofónicos, apareceu a imagem do um comunicado sobre o treinador duma equipa feminina e ‘ ………… o facto……..,’ que foi lido em voz off num português cá do nosso e que atira com uma leitura ‘…o fato…..’. Estava escrito facto e leu fato.
Mas os médicos não pronunciavam o p de epiléptico, os médicos e os jornalistas sempre pronunciaram sem o p.
O que é que isso tem a ver?
Ninguém pronuncia o agá de há ou de hoje. E não é por isso que deixa de ser escrito – pelo menos por quem tem a escolaridade mínima.
Tá bem, mas então, se ele diz que é epilético não se sabe se disse com ou sem p
Eu sei, porque estava lá.
Vá lá, vá lá, há quem diga que é epilétrico, e com as letras todas.
Quem fez estas regras devia estar… epilébrio.
A propósito de burrografia.
No telejornal da RTP1, que mais parece o da tvdamanha, com o rodrigues a dar as notícias que nem um artista dramático de romances radiofónicos, apareceu a imagem do um comunicado sobre o treinador duma equipa feminina e ‘ ………… o facto……..,’ que foi lido em voz off num português cá do nosso e que atira com uma leitura ‘…o fato…..’. Estava escrito facto e leu fato.
A tendência agora é essa, em vários sítios. Cada vez mais.
Deve haver gente a lucrar com o tráfico de consoantes. É o que me parece…
Alguns traficantes andam por aí. É fácil detectá-los.
Ou “detetá-los”, neste caso.
Sim, com um detective.
Um detetive não resulta.