Ontem tive o prazer de ouvir claro e bom som, um discurso falado em português nos microfones das Nações Unidas em Nova York. E embora fosse um brasileiro Bolsonaro que pelo nome cheira-me originário de italiano, entendi muito bem no que ele disse. Claro que os nossos poliglotas raramente usam o nosso idioma, complexados que não os levem a sério.
Mas foi em português, está desculpado, mas politicamente falando, pena do Brasil trocar aquela ditadura certinha dos militares nos anos 8o por esta democracia que não acerta o passo.
O discurso em crioulo brasileiro feito por Bolsonaro só com muita atenção se percebeu alguma palavra, por ser em crioulo e por aquele sotaque paulista ser difícil de entender. Aliás cada vez mais aquele sotaque paulista está a aspalhar-se pelo Brasil.
Mesmo muito tatinho.
“Tato” táctil. Mais uma burrice dos asnos que pariram este aborto.
O AO90 é um tratado de lógica e de coerência.
É bestial.
Quer dizer das bestas!
Ontem tive o prazer de ouvir claro e bom som, um discurso falado em português nos microfones das Nações Unidas em Nova York.
E embora fosse um brasileiro Bolsonaro que pelo nome cheira-me originário de italiano, entendi muito bem no que ele disse.
Claro que os nossos poliglotas raramente usam o nosso idioma, complexados que não os levem a sério.
Eu tive o desprazer de ouvir esse sujeito ler (mal) o discurso que lhe prepararam em defesa do Putin.
No nosso idioma soa ainda pior.
Mas foi em português, está desculpado, mas politicamente falando, pena do Brasil trocar aquela ditadura certinha dos militares nos anos 8o por esta democracia que não acerta o passo.
Não troco nenhuma democracia por uma ditadura, seja ela civil ou militar.
O discurso em crioulo brasileiro feito por Bolsonaro só com muita atenção se percebeu alguma palavra, por ser em crioulo e por aquele sotaque paulista ser difícil de entender. Aliás cada vez mais aquele sotaque paulista está a aspalhar-se pelo Brasil.
Muitos receiam o tato no trato.
E no tracto.
Venho aqui para dar os parabéns pelo excelso trabalho (e o humor nele contido) contra a bosta.
Manuel Monteiro
Subscrevo na íntegra!
Então e a trissectriz e a bissetriz? Uma pode levar o “c”, mas a outra não. Lindo, não é?
Coisa mais burra.