Acordo burrográfico (4)Pedro Correia, 24.02.2012 – Chegámos à receção. – Eu já previa. Nunca acreditei neste governo…
Obrigado, meu caro. E parabéns por integrar essa notável frente de resistência composta pelos melhores cronistas e colunistas da nossa terra. Responder
…e mais: por uma questão de respeito, a todos que defendem o Acordo ponho sempre minúscula no nome: malaca, bechara, e etc. Responder
– Ah, o governo também foi convidado?
Onde há ‘receção’, há governo. É certo e sabido.
Pois eu sou um adeto.
E eu sou adicto. Já não passo sem este AO.
Errata: adito. Em aditamento ao erro supra.
É adeto? São oções de vida! Não é óvio?
Óvio. Um fato expetável. Sou perfecionista. Concetualmente.
… e eu um espetador
Um espetador dececionado?
Não, mais selecionado…
Seletivo, portanto.
E deceção não dá?!
Na minha aceção sim.
O problema é que pouca gente para para pensar.
Já tinhamos chegado à receção com o outro ( governo) mas sem acordo!!!!
No fundo, nunca tivémos ipóteses.
Digo, perentório: é dececionante.
Grandessíssima série, Pedro.
Obrigado, meu caro. E parabéns por integrar essa notável frente de resistência composta pelos melhores cronistas e colunistas da nossa terra.
O festival nos comentários é tenebroso. Morre-se de afflicção. Credo!
Este é o meu dialeto predileto.
…e mais: por uma questão de respeito, a todos que defendem o Acordo ponho sempre minúscula no nome: malaca, bechara, e etc.
nunca uma minúscula foi tão merecida.
É de omem
muito umano.
São as espetativas … nada que, cá no retângulo, não fosse já espetável… 😀
Muito espetável.