Pois, pois, os 213 milhões têm muita força. Quer dizer que mais uns anos vamos todos falar/escrever em crioulo brasileiro. Já assim acontece no tradutor da internet. Exemplo: ‘Ele pára sempre num sinal vermelho’ é traduzido para francês como ‘Il s’arrête toujours à un feu rouge’. E se traduzirmos do francês para português aparece em crioulo brasileiro ‘Ele sempre para em um sinal vermelho’, mas na tradução sonora diz para (preposição) com sotaque português. Qual será o tradutor automático escrito na UE, NATO e ONU ? E o tradutor sonoro? Uma vez na Dinamarca forneceram-me um aparelho de tradução dinamarquês/português com a voz/texto de um brasileiro.
Bem, se os judeus sobreviveram, nós também sobreviveremos. Bastará importarmos/adaptarmos os sinais massoréticos e criarmos a instituição do massoreta (de preferência dentro do funcionalismo público e com direito a reforma intocável). Socialisticamente será um êxito.
Há tempos em Sintra houve uma actividade de promoção da leitura chamada “Sintra para para ler”. Na altura, não pus a hipótese da gaguez. Só me lembrei da estupidez…
Pois, pois, os 213 milhões têm muita força.
Quer dizer que mais uns anos vamos todos falar/escrever em crioulo brasileiro.
Já assim acontece no tradutor da internet.
Exemplo:
‘Ele pára sempre num sinal vermelho’ é traduzido para francês como ‘Il s’arrête toujours à un feu rouge’.
E se traduzirmos do francês para português aparece em crioulo brasileiro ‘Ele sempre para em um sinal vermelho’, mas na tradução sonora diz para (preposição) com sotaque português.
Qual será o tradutor automático escrito na UE, NATO e ONU ? E o tradutor sonoro?
Uma vez na Dinamarca forneceram-me um aparelho de tradução dinamarquês/português com a voz/texto de um brasileiro.
Bem, se os judeus sobreviveram, nós também sobreviveremos. Bastará importarmos/adaptarmos os sinais massoréticos e criarmos a instituição do massoreta (de preferência dentro do funcionalismo público e com direito a reforma intocável). Socialisticamente será um êxito.
Socialisticamente?
Isto que se está a passar, com a invasão do crioulo brasileiro é uma acção super liberal, estilo deixem o mercado funcionar.
A ditadura do analfabetariado.
Há tempos em Sintra houve uma actividade de promoção da leitura chamada “Sintra para para ler”. Na altura, não pus a hipótese da gaguez. Só me lembrei da estupidez…
Gagos mentais. Não faltam por aí. E até por aqui.