Acordo burrográfico (35)


Pedro Correia,

– O problema é que ninguém para para pensar.

– É impressão minha ou andas a ficar gago?

6 comentários em “Acordo burrográfico (35)”

  1. Pois, pois, os 213 milhões têm muita força.
    Quer dizer que mais uns anos vamos todos falar/escrever em crioulo brasileiro.
    Já assim acontece no tradutor da internet.
    Exemplo:
    ‘Ele pára sempre num sinal vermelho’ é traduzido para francês como ‘Il s’arrête toujours à un feu rouge’.
    E se traduzirmos do francês para português aparece em crioulo brasileiro ‘Ele sempre para em um sinal vermelho’, mas na tradução sonora diz para (preposição) com sotaque português.
    Qual será o tradutor automático escrito na UE, NATO e ONU ? E o tradutor sonoro?
    Uma vez na Dinamarca forneceram-me um aparelho de tradução dinamarquês/português com a voz/texto de um brasileiro.

  2. Bem, se os judeus sobreviveram, nós também sobreviveremos. Bastará importarmos/adaptarmos os sinais massoréticos e criarmos a instituição do massoreta (de preferência dentro do funcionalismo público e com direito a reforma intocável). Socialisticamente será um êxito.

    1. Socialisticamente?
      Isto que se está a passar, com a invasão do crioulo brasileiro é uma acção super liberal, estilo deixem o mercado funcionar.

  3. Há tempos em Sintra houve uma actividade de promoção da leitura chamada “Sintra para para ler”. Na altura, não pus a hipótese da gaguez. Só me lembrei da estupidez…

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