– Viste a acta das eleições em Angola?
– Vi a ata.
– Estás a fazer confusão: lá é acta. Em Angola recusaram o “acordo” que pretendia “unificar” a ortografia e afinal não ata: só desata.
– Viste a acta das eleições em Angola?
– Vi a ata.
– Estás a fazer confusão: lá é acta. Em Angola recusaram o “acordo” que pretendia “unificar” a ortografia e afinal não ata: só desata.
Certo, mas não dizem acta mas sim átá.
Tal como os brasileiros, os africanos e timorenses abrem as vogais.
Os professores dizem fárinhá não dizem farinha.
Deve ter reparado que se fosse mesmo um diálogo falado ninguém notava a diferença.
A não ser que se comecem a articular as consoantes mudas. Ou então diz-se “Viste a acta com cê?” o que parece ridículo