Não é de “conversa”, de oralidade, que se trata aqui. Por alguma razão o acordo burrográfico se diz (usurpando méritos que não tem) “ortográfico”. E por alguma razão escreveu V. “detecta”. E muito bem. Mas para o estado português consta que é “deteta”; coisa de mamilo, portanto. E não é.
Um dia talvez se conheçam os custos com a mudança de tanta placa, sinal, letreiro, impresso em tudo quanto é do estado. E de muitas entidades privadas que por bovina convicção de uma obrigatoriedade inexistente, obediência acrítica, fascínio pela novidade, medo de represálias, genuína crença na bondade daquilo, estupidez pura e simples, se apressaram a adoptar a criminosa mistela. Belíssima oportunidade de negócio que terá deliciado muita gente.
São mais que as perdizes. Como diz um velho provérbio que acabo de inventar.
Pedro Correia escolhe o que entender. Para um burrográfico lógico teríamos uma conversa entre um brasileiro e um português sobre um novo acontecimento que alterou o que até então estava a ser praticado. -De fato alterou todo o resto. -Para mim até podia vir em cuecas.
Se fosse de terno não fazia sentido o diálogo. Mas, o terno, assim designado por ser composto por três peças -casaco, colete e calça- tem tendência a desaparecer com o aquecimento global: já ninguém usa colete e muito menos no Brasil.
Só verificámos ser burrográfico se for escrito num livro de um escritor português.
Numa conversa não se detecta se diz atriz com c ou sem c.
Não é de “conversa”, de oralidade, que se trata aqui. Por alguma razão o acordo burrográfico se diz (usurpando méritos que não tem) “ortográfico”. E por alguma razão escreveu V. “detecta”. E muito bem.
Mas para o estado português consta que é “deteta”; coisa de mamilo, portanto. E não é.
Há quem prefira “de teta”. Nomeadamente todos quantos mamaram deste “acordo”.
Um dia talvez se conheçam os custos com a mudança de tanta placa, sinal, letreiro, impresso em tudo quanto é do estado. E de muitas entidades privadas que por bovina convicção de uma obrigatoriedade inexistente, obediência acrítica, fascínio pela novidade, medo de represálias, genuína crença na bondade daquilo, estupidez pura e simples, se apressaram a adoptar a criminosa mistela.
Belíssima oportunidade de negócio que terá deliciado muita gente.
Que coisa mais indecente!
Ir as meninas e tratá-las por actrizes..
“Ir as meninas” deve ser expressão acordista também.
“Ir às meninas” foi tão difícil de adoptar, a partir de 1949 a 1963, como o AO99, por isso o “ir às putas” também se podia considerar correcto.
Isso são expressões anacrónicas.
Agora diz-se «trabalhadoras do sexo».
Meretrizes.
São mais que as perdizes.
Como diz um velho provérbio que acabo de inventar.
Pedro Correia escolhe o que entender.
Para um burrográfico lógico teríamos uma conversa entre um brasileiro e um português sobre um novo acontecimento que alterou o que até então estava a ser praticado.
-De fato alterou todo o resto.
-Para mim até podia vir em cuecas.
De fato ou de terno?
Se fosse de terno não fazia sentido o diálogo.
Mas, o terno, assim designado por ser composto por três peças -casaco, colete e calça- tem tendência a desaparecer com o aquecimento global: já ninguém usa colete e muito menos no Brasil.
Se ali a traz, dali a leva.
Dali ou Picasso.
Actora é que é.
O conde cora ao ser condecorado.
Antes será: um condecorado é um conde a corar.