0 comentários em “Acabaram os “jobs for the boys””

  1. Agora e sempre.
    Julga que as campanhas eleitorais e os comentários favoráveis em catadupa se pagam com amendoins?

      1. Ao sábado, nada como um pouco de ténis matinal. Aqui vai a bola de volta. É o mesmo filme, só o realizador é que será outro. Está por aí escrito que alguns dos que hoje se apresentam escandalizadíssimos, outrora faziam o mesmo. Será de supor que voltarão a fazê-lo à primeira oportunidade. Os pecados de uns não justificam os dos outros, é vero. Mas, que diabo, também não pensem que somos D. Quixotes para tomarmos megeras por virtuosíssimas donzelas.

        https://aventar.eu/2019/04/06/endogamia-social-democrata/#more-1298084

        https://www.publico.pt/2019/04/04/politica/noticia/mulher-proximo-nomeacoes-mulheres-ministros-cavaco-noticia-1868010

    1. Conhece algum outro país da União Europeia onde subsistam estas práticas de nepotismo despudorado?
      Ainda nenhum leitor me encaminhou para ligações que me falem disso.

  2. E lá do alto desabou mais um peregrino sermão.
    Mal está um país quando as altas esferas reclamam e precisam de
    uma lei que no minimo garanta decência, compustura e moralidade nas condutas dos seus mais graduados agentes.
    Pode concluir-se que um presidente que faz gerência desse tipo de reclamação não passa de um mero cicerone que mostra e representa a mais deplorável e corrosiva elite da sociedade aquietada em pedestal desengonçado.
    Se os assaltantes do poder justificam os abusos que praticam com maus exemplos antigos acaniçado vai o som da banda mal desenhada..
    Deve ser lembrado que a água apenas se mostra adversa quando se abrem as torneira de enchente que agora nos inunda mal cheirosa.

      1. Está enganado, percebeu mal.
        Acontece simplesmente que tenho dificuldade em digerir tal figura, sem ódios.
        De qualquer modo fica prometido que neste espaço que respeito vou deixar o homem em paz.

  3. O D. Afonso Henriques nomeou o amigo Egas Moniz para Mordomo.
    Isto vem de longe.
    Larguem o PS da mão. Deixem-nos trabalhar. Deixem-nos, trabalhar.

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