
Nada ficará na mesma entre o Presidente da República e o primeiro-ministro depois do trágico 15 de Outubro. Os primeiros indícios estão já aí: Marcelo Rebelo de Sousa vai passar a estar sob a bateria de críticas de alguns destacados apoiantes do Governo no espaço mediático.
Sintomaticamente, o mote foi dado pelo ex-ministro Pedro Silva Pereira faz hoje uma semana, em declarações à TSF. «O Presidente da República está naquela posição fácil de poder alinhar com expressões de indignação e sofrimento do país sem ter que subscrever responsabilidade na solução de problema nenhum», afirmou o antigo braço direito de José Sócrates.
A narrativa anti-Marcelo começava assim a ser construída. E nessa mesma noite prolongou-se – em tom mais veemente – numa intervenção feita por Fernando Rosas na TVI 24, acusando o Chefe do Estado de se deixar «atrair pela intriga política» e «exceder o magistério presidencial». Para este fundador do Bloco de Esquerda, e ex-candidato a Belém, não restam dúvidas: «O Presidente quis entalar o Governo.»
Na mesma linha, pronunciou-se Daniel Oliveira, na sua coluna da última edição do semanário Expresso: «O Presidente, uma raposa disfarçada de peluche, aproveitou. Distanciou-se de Costa no tom, o que é fácil para quem apenas tem a parte perfomativa da representação do Estado. (…) Não se enganem: o rei do teatro sensível tem uma frieza invejável no cálculo político.»
Hoje a escalada prosseguiu, engrossando o tom. Com “fonte do Governo”, não identificada, a confessar-se em estado de choque com Marcelo na manchete do jornal Público. Enquanto Porfírio Silva, membro do Secretariado Nacional socialista, rasgava as vestes perante o «inaceitável aproveitamento politiqueiro de uma enorme tragédia que o País viveu». O alvo continua a ser o Chefe do Estado.
Cereja em cima do bolo: no jornal oficial do PS, há já quem chegue ao ponto de apontar tentações ditatoriais ao inquilino de Belém, lançando o toque a rebate. «A esquerda deve estar unida e coesa, para impedir esta caminhada preocupante e perigosa, combatendo a tentação presidencialista de Marcelo, que ameaça a democracia. E o presidencialismo, é bom ter presente, descamba, por vezes, em ditadura.»
Não restam dúvidas: abriu a época de tiro ao Presidente.
São só as linhas iniciais de uma novela que promete ter muitos capítulos. Marcelo estará certamente preparado para ela. Só alguns tontos à direita ainda não perceberam. Mesmo depois de ele ter avisado com todas as letras, na visita que fez a Andorra no mês passado: «Quando viro à direita em Portugal, a direita está distraída a bater na esquerda, não nota. Em vez de aproveitar, não nota.»

Quando cheirou que também estava a arder veio à rua refrescar o penteado.
Armadilhados estamos por dois especialistas credenciados.
O do choque e o chocado.
Rão Lavoura ?
Anónimo sem vergonha?
Rão Arques, identificado sem esconderijos. Basta clicar no nome que anuncio e vai encontrar-me todo descascado.
Aproveito para lhe sugerir que à falta de argumentos vá carimbar carcaças.
‘comeu polada nos cabeça’
Todo o incréu que recuse a ideia de que todo o mal que o PS possa provocar se trata com tretas e dinheiro, e nunca com censuras, merece as mais graves penas.
A indignação percorre as hostes. A verve inflama-se. E os artistas das ondas mediáticas lançam-se ao trabalho…
«frieza invejável no cálculo político» é afinal um elogio, ou não?
Não queremos “peluches” como estadistas, queremos gente objetiva, capaz de analisar com frieza, quando é preciso.
Quero frieza no meu cirurgião. Não no meu primeiro ministro. Quero que ele seja capaz de se pôr no lugar dos outros que governa. Não quero um psicopata no mando do meu país ( se o quisesse ia para a Coreia do Norte)
“de se pôr no lugar dos outros que governa.” E que distribua muitos beijinhos? Se fosse uma primeira ministra eu concordava. Acho até mal que as mulheres tenham direito a beijo e os homens não.
Empatia:
Na psicologia e nas neurociências contemporâneas a empatia é uma “espécie de inteligência emocional” e pode ser dividida em dois tipos: a cognitiva – relacionada com a capacidade de compreender a perspectiva psicológica das outras pessoas; e a afetiva – relacionada com a habilidade de experimentar reações emocionais por meio da observação da experiência alheia.
O transtorno de personalidade antissocial (TPA):
O distúrbio é caracterizado, principalmente, pela ausência de empatia com outros seres humanos (quando não pertencentes à família), resultando em falta de interesse com o bem-estar do outro e sérios prejuízos aos que convivem com eles.
Em França os homens dão beijos. Chamam -se beijos à francesa. Já experimentou?
Não, da-se.
Mudou o ciclo. Não por causa dos incêndios de 15 de Outubro, nem por causa das eleições, mas por causa da saída de PPC da liderança do PSD.
O Presidente conseguiu (finalmente) assistir à morte política daquele que não aceitava como líder da oposição e já não precisa de carregar o governo ao colo.
O governo, afastado PPC, já percebeu que deixou de contar com o colinho do Presidente e prepara-se para a guerra.
Estão bem um para o outro, e o ódio jacobino da esquerda, que precisa sempre de uma piñata, será, eventualmente, uma pequena parte do castigo que Marcelo merece.
Ao carregar o governo nas palminhas das mãos após Pedrógão – com o exclusivo propósito de o escudar da oposição do PSD/PPC e fragilizar/não fortalecer este –, escolheu ter sangue nas mãos.
Tudo o que lhe elogiam agora era devido em Junho. E não precisavam de morrer algumas dezenas mais de portugueses.
A notícia da morte política de A. Costa parece-me francamente exagerada. Seria excelente a sua morte política uma vez que o diabo não compareceu em Setembro. Mas o que desejamos nem sempre acontece.
O diabo compareceu em 17 de Junho. E em 15 de Outubro.
Se isto não é o diabo, não imagino como será.
tem razão e penso que esses dois diabos (de 17 de Junho e 15 de Outubro) já o deixam feliz. Mas eu acho que convinha era um de ordem económica ou financeira. Vamos todos fazer por isso.
Só um imbecil pode pensar que a tragédia dos incêndios que foi notícia em todo o mundo – com 110 mortos, mais de 520 mil hectares de floresta e áreas de cultivo destruídos, dezenas de milhares de animais mortos, centenas de habitações devoradas pelas chamas, largas dezenas de pequenas e médias empresas reduzidas a cinzas e mais de mil milhões de euros de prejuízos globais avaliados por baixo não tem consequências no plano económico – designadamente para o interior do País. Precisamente a zona mais pobre, envelhecida e desertificada.
“por baixo não tem consequências no plano económico -” Ai tem? Sorte para si, dou-lhe os meus parabéns.
“Dou-lhe os meus parabéns” é uma expressão pleonástica. E chega quatro meses atrasada: fiz anos em Junho.
Não posso ficar indiferente a um retrato tão bem tirado.
Assino por baixo mas permita que sublinhe:
“Mudou o ciclo”, mas o velho montador de circos passará a nova cena na pista ao lado com farpela renovada e cirúrgicos retoques de camarim.
“Estão bem um para o outro”, quase gémeos inseparáveis diria eu.
Convém não esquecer: quem entronizou a “geringonça” foi Cavaco, não Marcelo.
Questionei-me desde logo como foi ou como poderia ter sido.
Já tardava o PS mostrar a verdadeira face e especialidade…
“Quem se mete com o PS”…. Ainda mais com costas quentes dos renegados BE /PCP e o filhote PAN.
Habituem-se.
pm se tiver pachorra, explique-me a diferença entre PS e PSD?….mas só se tiver pachorra. …..
A: “É preciso olhar para o futuro, de modo que se definam objetivos de médio prazo capazes de orientarem uma ação política consistente e duradoura. Ser claro nas opções de fundo, valorizando os nossos recursos, isto é, as pessoas, o território, a língua portuguesa e o espaço lusófono, a posição de Portugal no Mundo; modernizando a atividade económica e o Estado; investindo no futuro através da ciência e da cultura; reforçando a coesão social através das políticas de segurança e solidariedade social e de saúde. No curto prazo, é necessário definir um programa de urgência, nas áreas críticas do relançamento da economia e do combate ao desemprego e à pobreza. E mobilizar nesta base toda a sociedade portuguesa, em direção a um futuro de qualificação e de progresso, e de modo que se construa um acordo de concertação social estratégico e plataformas alargadas de entendimento político, para vencermos juntos os problemas e aproveitarmos juntos as oportunidades da próxima década”
B: “Há um conjunto de desafios que se afiguram especialmente relevantes e que são assumidos neste programa como prioridade. É o caso, desde logo, da necessidade de responder ao “inverno demográfico” em que o nosso País está a cair há mais de três décadas (…) É caso da valorização das pessoas, quer pelo relevo que assume enquanto elemento estruturante no combate à pobreza e na promoção da mobilidade social (…) É o caso da defesa e do reforço do Estado Social, assegurando plenamente as condições da sua viabilidade e tendo como preocupação primeira o combate, sem tréguas, às desigualdades sociais. É o caso da promoção da competitividade da nossa economia [com] um modelo assente no crescimento do investimento privado e na inovação, nas exportações e nos bens transacionáveis e na reposição gradual do poder de compra. Um modelo em que a parcela de investimento público será seletiva e focada em pequenas e médias obras necessárias, não em projetos faraónicos ou sumptuosos. É o caso, por fim, da promoção da eficiência do Estado, de forma a torná-lo mais próximo dos cidadãos e mais amigo das empresas”.
O excerto A é do programa do PS e o excerto B é do programa da coligação PSD/CDS.
Arrotam banalidades. Podiam chamar-se PS, PSD , AEIOU, FdP, Sporting C.P, Leixões FC…..tudo vacuidade.
Tem razão Pedro!
Se há coisa que detesto é a partidarite aguda, uma inflamação dos neurónios, responsável pelo pensamento formulado, não pela razão e bom senso, mas pela emoção irracional de um dualismo conflituante – de um lado nós, donos absolutos da verdade. Do outro lado, o Outro, encarnação da desrazão.
É por isso que pactos de regime são neste país pactos de Regina. E tem sido essa incapacidade uma das causas do declínio quer da República, quer do país.
Considerando o Daniel Oliveira um dos mais interessantes e inteligentes comentadores políticos (acima dele só Pedro Marques Lopes, e Ricardo Paes Mamede ) ficou-lhe muito mal a afirmação que um PM não tem de pedir desculpas, mas apresentar soluções. Porque não fazer as duas coisas? Antes de se ser politico ou PM é -se pessoa.
Costa anda agora a tentar apagar a imagem péssima que deu no seu discurso visitando as áreas devastadas, distribuindo as chaves das futuras casas. Poderia ver-se nesta posição, contrastante , um aproveitamento político.
-Imbecil, eu também sou um patife como tu, como todos, e não há um homem decente neste mundo. Não existe pessoa decente em lugar nenhum.
_ Finalmente você adivinhou. Será que até hoje o senhor não compreendeu Kirílov, com a sua inteligência, que todos são iguais, que não existem nem melhores e nem piores, apenas mais inteligentes e mais tolos, e que todos são patifes?
Os Demónios, de Dostoievski
Era de esperar.
Enquanto tomou o pulso, deixou andar, foi flexível e tolerante, era bestial.
Assim que manifestou contrariedade , firmeza e assertividade passou a besta.
Políticos no geral, políticos da Gerinconça em particular, what else?
Como se previa , os detractores e os que não conseguem separar o trigo do joio, estão aí , armas, bagagens, unhas e dentes.
https://www.msn.com/pt-pt/noticias/incen dios/marcelo-sabia-de-medidas-planeadas-d iscurso-chocou-governo/ar-AAu3WU7?li=AA4 REe&ocid=spartandhp
Marcelo sabia de medidas planeadas. Discurso chocou Governo
Se sabia, então o governo deveria ter-se adiantado, logo no discurso do PM, antes daquele do PR
A 1a página do “Público” de hoje é também um belo frete da xuxa prensa da Capital para esta “municiação” …
Alias, como frete, só superada pela 1a página de 21 de Fevereiro 2017…
Boa Noite e Boa Sorte
Ainda bem que sempre questionei Marcelo desde a eleição do mesmo 🙂
QUEM PAGA O FRETE
Martelo demolidor à obra quando o que faz falta é a remoção de escombros de abafada implosão.
Mais de uma semana depois dos incêndios da semana passada o país vive um leilão. Quem dá mais beijinhos e abraços? Quem dá mais medidas? Quem dá mais dinheiro às vítimas? Quem dá mais vontade de chorar com os discursos oficiais? Quem apoia mais as medidas do governo?
O problema é que neste imenso choradinho nacional promovido por Marcelo são os problemas que ele exibe que ficam mal resolvidos e todos os outros são ignorados, se hoje o que está a dar é o Pedrógão, amanhã serão esquecidos os de Pedrógão e passam a ser os de Oliveira do Hospital a estarem na moda. Como já estiveram os sem-abrigo, as agências de rating, o crescimento económico e tudo aquilo que foi útil para usar as televisões.
Este país já não precisa de governos e de Estado, é uma nova anarquia organizada, basta um presidente, uma comitiva de jornalistas e diretores de informação que usem os diretos e manipulem convenientemente a informação. O país mergulhou numa bebebdeira populista nunca vista, aos poucos a crisálida da TVI está a transformar-se no Perón de Celorico.
in “O Jumento”
Zurra, logo insiste.
Apesar das nuances, algumas plausíveis como a assinalada ali pelo caro Malloy, a resposta de Marcelo desarmou os insurgentes e revela um Presidente em pé!! Quem ficou chocado com as palavras de Marcelo, não entende nem entendeu nada do que se passou em Portugal. Não estão a ver o filme. Chocado, ficou o país!!
Quem é que só agora ficou chocado com Marcelo?
Olhem para a bancada do governo no parlamento
Está lá a maioria dos socráticos: -Os que assinaram TGV(s) SIRESP(s) Kamov(s),
nomearam amigos para PCivil…. Para esta gente sem remorsos… e vergonha …
os mortos e a destruição , não os faz sequer corar de vergonha ao afirmarem que a culpa é do clima dos eucaliptos e da direita!
Nota:
SIRESP
Em 2005, o Ministério Público (MP) decidiu abrir um inquérito ao contrato de adjudicação do SIRESP, por suspeitas de tráfico de influências e participação económica em negócio. A investigação acabou arquivada, mas ficaram no ar suspeitas sobre a forma como o consórcio liderado pela ex-SLN, do grupo Banco Português de Negócios liderado por José Oliveira e Costa, conseguiu o contrato de quase 500 milhões de euros
Há, no entanto, outro nome de relevo em toda esta novela: Manuel Dias Loureiro. O homem que Cavaco Silva tinha escolhido para o Ministério da Administração Interna já era, no momento em que o contrato entre o Estado e a SLN acertaram o negócio, administrador não executivo do grupo ligado ao BPN. Esteve na administração de várias empresas do grupo que liderou o consórcio ao qual foi atribuído o contrato.
O negócio do sistema de comunicações haveria de cruzar-se, ainda, com o caso Portucale, um processo em que se investigava a declaração de “imprescindível utilidade pública”, também nos últimos dias do Governo de Santana Lopes, a um terreno turístico em Benavente. Mas nunca chegou a levar qualquer dos seus protagonistas a sentar-se no banco dos réus.
http://observador.pt/2017/06/18/siresp-a s-polemicas-do-sistema-de-comunicacoes-q ue-falhou-outra-vez/
” Manuel Dias Loureiro” Vlad: não lhe fica bem insinuar coisas a respeito de um homem tão honesto e íntegro.
Epa, vossemece com acento circunflexo no último e e acento no a do epa qual dos anónimos é?
Eu estranharia se o Sr. PR, escolhido pelos portugueses, tivesse a postura de insensível e arrogante como o PM, não escolhido pelos Portugueses, teve.
O PR demonstrou inequivocamente que está alerta e do lado de todos os Portugueses. Nos bons e mos maus momentos.
.
O PM é como Trump, não foi o escolhido pelos respectivos eleitores.
anonima
Essa do PR ser melhor, por ter sido escolhido pela maioria dos portugueses tem graça. “Coincidência” só embirrar com Costa depois de garantida a saída de Passos.
Mesmo depois de confirmar como o Sistema funciona, onde se tira um, por ganhar por poucochinho e o outro acabar pior e a somar mais poucochinhos, sendo “normal”, os partidos menos votados passaram a “chefes da banda” mas, dizer que o PR representa 52% dos portugueses com 2.413.956 votos… ainda não percebeu que, neste sistema, basta massajar números e dão sempre o que eles quiserem, como o BE representar 10,22% dos portugueses com 549.153 votos.
Já nada tem a ver com os desejos dos portugueses e, muito menos, com as escolhas dos cidadãos europeus portanto, não se esqueça de ir votar na escolha dos eurodeputados que, só por “mero acaso”, não podem propor nem vetar leis mas, pelo menos, alguns ainda andam convencidos que têm algum voto em alguma matéria.
Ainda vai ver uma coligação de Costa e Rui Rio com o Amem do PR para implementarem Leis que vêm de fora, daqueles que, com as grilhetas das Dívidas, passaram a mandar e, nenhum deles, votado por qualquer cidadão europeu.
Acha normal não termos saído do Procedimento por Défice Excessivo quando a Dívida estava nos 124% do PIB e termos saído com 130%, premiando Costa com juros anuais negativos? Juros negativos? Como dizia o PR, agora até pagam para nos emprestar dinheiro… não acha estranho?
Costa apenas cumpriu o seu papel, até Passos sair e entrar o 3º personagem, da confiança de quem realmente manda, para implementar… o resto.
Ainda não percebeu quem são os “seleccionadores”?
Se não existissem, Costa tinha continuado na Câmara e Seguro tinha continuado sem ser preciso tanto teatro e tantos poucochinhos.
Passos com ideias de reduzir Dívida e respectiva dependência, precisava sair e, o que tem mais graça, desde 2008 estar tudo programado.
https://web.archive.org/web/201603292242 48/http://www.tvi24.iol.pt/politica/rui-r io-antonio-costa-porto-lisboa-bilderberg/9 66700-4072.html
Quanto ao BE e PCP que gostam de centralizar Poder, onde o indivíduo se tem de subjugar ao colectivo, estes até servem os patrões internacionais de borla que também querem centralizar Poder e tirar todos os nossos direitos individuais, algo fácil em países com dívidas impagáveis, para eles poderem cobrar, não com o papel pintado que eles próprios fabricam do ar mas, em géneros, com Valor Real. Empobreceram os países, tiraram-lhes a soberania, agora só falta fazer o mesmo aos cidadãos.
” «O Presidente da República está naquela posição fácil de poder alinhar com expressões de indignação e sofrimento do país sem ter que subscrever responsabilidade na solução de problema nenhum», ” É mentira?
É a versão costista do “Deixem-me trabalhar” do Cavaco nos anos 90.
Quando o Cavaco era PM e o PR era o Soares, que estava «naquela posição fácil de poder alinhar com expressões de indignação e sofrimento do país sem ter que subscrever responsabilidade na solução de problema nenhum».
até tenho alguma simpatia pelo primeiro-ministro, mas atacar o “Rei” de Portugal !!!??? anda armado em passista….
Alvissaras…
Descobri que o “Anónimo” é o porta-voz do partido FDP …
Pedro,
Esta recente troca de galhardetes parece-se com aquelas zangas das comadres que depois descobrem as verdades.
Continuamos a ser um país pequeno, de mentes pequenas, com políticos pequenos (e não é de tamanhos físicos que falo!).
Gostaria de saber qual a opinião, por exemplo, de António Barreto nesta situação. Porque é alguém sereno, equidistante e coerente.
Bom fds.
Infelizmente António Barreto enfrenta de momento um problema de saúde. Daqui lhe envio votos de boas e rápidas melhoras.
Não sabia que António Barreto estava enfermo.
Desejo-lhe também rápidas melhoras.