Pois. De qualquer modo estas cantigas são um precioso testemunho e um inapagável documento de uma época. De uma época em que o Professor Freitas do Amaral, ‘malgré lui’, era “o homem mais à direita de Portugal”. Algo que deve causar-lhe arrepios nos dias que correm, correndo até o risco de lhe murchar o cravo que agora transporta na lapela.
Não deixa de ser “curioso” ver hoje José Mário Branco a fazer “fadunchos choradinhos” para Aldina Duarte e Camané, por exemplo… Tempos que já lá vão!… Espero eu!…
É verdade,o “faduncho” do Zé Mário,quem diria,ah mas agora o fado já é revolucionário e se for preciso até se chama reaças ao Lopes Graça que não lhe dava qualquer valor(sim ao grande acervo de música folclórica sobre a qual trabalhou).
Esteve quase a tornar-se na cantiga das armas do povo contra o povo.Povo reaccionário e povo revolucionário,já se sabe.
Pois. De qualquer modo estas cantigas são um precioso testemunho e um inapagável documento de uma época. De uma época em que o Professor Freitas do Amaral, ‘malgré lui’, era “o homem mais à direita de Portugal”. Algo que deve causar-lhe arrepios nos dias que correm, correndo até o risco de lhe murchar o cravo que agora transporta na lapela.
Não deixa de ser “curioso” ver hoje José Mário Branco a fazer “fadunchos choradinhos” para Aldina Duarte e Camané, por exemplo… Tempos que já lá vão!… Espero eu!…
É verdade,o “faduncho” do Zé Mário,quem diria,ah mas agora o fado já é revolucionário e se for preciso até se chama reaças ao Lopes Graça que não lhe dava qualquer valor(sim ao grande acervo de música folclórica sobre a qual trabalhou).