Naqueles tempos… o Manuel Freire foi quase crucificado por musicar o poema de António Grdeão, mas depois de interpretado pelo Carlos do Carmo, foi logo considerado genial. Eu mantenho-me fiel ao original. Conheci o Rómulo de Carvalho quando era miúda e ele professor num “Encontro de Liceus” uma coisa tipo “Taco a Taco” ao ar livre e com várias matérias. O poema é fabuloso. A música compreende-o.
Também gosto da versão do Carlos do Carmo, aliás a primeira que ouvi. Mas prefiro-a cantada por Manuel Freire, a voz original. Gedeão é um poeta de que sempre gostei. E gosto também de o ler em prosa. Merecia ser ainda mais lido, ainda mais divulgado.
Naqueles tempos… o Manuel Freire foi quase crucificado por musicar o poema de António Grdeão, mas depois de interpretado pelo Carlos do Carmo, foi logo considerado genial. Eu mantenho-me fiel ao original.
Conheci o Rómulo de Carvalho quando era miúda e ele professor num “Encontro de Liceus” uma coisa tipo “Taco a Taco” ao ar livre e com várias matérias.
O poema é fabuloso. A música compreende-o.
http://acontarvindodoceu.blogspot.pt/
Também gosto da versão do Carlos do Carmo, aliás a primeira que ouvi. Mas prefiro-a cantada por Manuel Freire, a voz original.
Gedeão é um poeta de que sempre gostei. E gosto também de o ler em prosa. Merecia ser ainda mais lido, ainda mais divulgado.
Uma das minhas canções portuguesas de eleição… desde criança e na sua versão original.
Uma das mais belas canções portuguesas de todos os tempos. A ouvir não só em Abril, mas em todos os meses.