19 comentários em “Aborto, alegorias e celebrações”

        1. Ah! Fico mais esclarecido. Ministra com letras no Banco, não poderia haver pior sinal de governação. Agora minúsculas mentais…….não admira, até é normal. Já se sabe que não há cabeças pensadoras, neste governo que nos calhou em sorte. Bolas ! Até parece que estou a falar de touradas, sem ofensa para estas.

  1. Não faço ideia o que esse número representa. É grande? É pequeno? É maior ou menor do que quando eram clandestinos?
    De qualquer modo é melhor que tenham sido legais (medicamente assistidos), do que ilegais (por abortadeiras de vão de escada.

      1. 17380/365= 48/dia
        Não sei quantas são as instituições autorizadas a fazer a IVG. 20? Se sim, são 2,4/dia/instituição
        Não quantas mulheres estão em idade de engravidar. 2 000 000? Então 0.9% delas fez um aborto em 2009.
        Estatisticamente é irrelevante. Só um preconceito religioso ou moral pode sentir que é muito ou pouco.
        Mais importante mesmo, seria aferir a gravidade das sequelas físicas ou psicológicas deixadas por esses abortos, comparadas com as consequências para mães e filhos, se não tivessem sido feitos.

  2. De facto!
    Além de um texto irónico, o que já é preocupante, sem o menor sentido de humor e demonstrando uma total falta de sentimentos, a frase final é patética.
    Totalmente imprópria de uma jornalista.

  3. Aqui está um post intelectualmente desonesto. “esclarecedor” de quê, a frase da FC? De que ela se diverte com os abortos? Mais vale dizê-lo logo directamente, José Gomes André.

    1. Gosto sempre de discutir com quem me chama “intelectualmente desonesto”… Se quiser pensar um bocadinho talvez perceba que o que eu critico na FC não é ela divertir-se com os abortos (matéria sobre a qual nada sei), mas o facto de a FC achar que este debate é particularmente divertido. É tipo discutir mortes nas estradas e acidentes de aviação: eu é cá cada gargalhada…

    1. Cara Teresa, eu não disse que eram 17380 abortos “mais” 🙂 Limitei-me a dar a informação (que julgo estar nos resultados esperados), comentando que me parece ser um número alto (para o desejável). Agora dizer que este assunto é especialmente divertido é que não faz o meu género, como pelos vistos faz à Fernanda Câncio. Abraço!

      1. “comentando que me parece ser um número alto (para o desejável)”

        Que número seria para si desejável (ou, digamos, tolerável)?

        Esta conversa não faz sentido. Ou bem que se considera que o aborto é imoral, e então qualquer número de abortos, por mais baixo que seja, será indesejável, ou bem que não se considera o aborto imoral, e então qualquer número de abortos, por alto que seja, será tolerável. A minha é a segunda posição.

      2. Por poucos que sejam, os abortos são sempre demais, portanto estamos de acordo, 17 380 é um número muito alto para o desejável. Não me parece que as palavras de F.C. sejam para ser levadas à letra, mas concordo que não foram muito felizes 🙂

  4. Eu sou uma exceção. Considero que o feto de dez semanas, embora sendo um ser humano, não deve ter a vida protegida por lei e que nada tem de imoral matá-lo. Se matar o feto não é imoral, que isso seja feito 2 vezes ou 20.000 é igual ao litro.

    O aborto de um feto de 10 semanas não é imoral nem é censurável.

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