Há vitórias que soam a derrotas para quem se apega ao poder, usando armas desleais na tentativa de desqualificar os adversários, e não sabe retirar-se a tempo do palco político.
Pela primeira vez, Alberto João Jardim enfrentou um adversário interno. E tremeu. De algum modo, o pós-jardinismo começou há umas horas na Madeira. Enfim, uma boa notícia.


Olhe que esta do pós-jardinismo ter começado há horas Madeira também já daria uma série interessante no DELITO!
É uma boa ideia. Para a nossa sucursal na Madeira.
Infelizmente o que eu suspeitava dos tiques menos democráticos de AJJ vieram a reforçar-se.
Pode-se dizer que se é democrata sempre que os resultados nos são favoráveis, mas demonstra-se é quando as coisas nos não são tão favoráveis e neste momento João Jardim não evidenciou sinais positivos.
Há quem não saiba perder e há quem não saiba ganhar. A raiva e o ressabiamento de AJJ nesta vitória que soa a derrota não iludiram ninguém.
Fico com a impressão que o opositor de Jardim é a “mulher de transição”. E fico também com a ideia que o CDS/Madeira está interessado em dar uma voltita com ela.
E eu fico com a certeza que o seu sentido de humor está bem – e recomenda-se.