
Difíceis momentos vivem os povos britânicos, decerto que por ora algo fragilizados pois apartados do solidário ombro europeu e respectivo aconselhamento…
Mas esta má figura actual faz-me sorrir à memória das patacoadas que desde há anos se vão ouvindo, oriundas do esquerdismo identitarista, carregado que este está de locutores ciosos da sua inteligência. Pois sempre clamaram contra a política dos “homens brancos” e “tóxicos” (entenda-se, heterossexuais, por pouco que o vão sendo), consagrando a necessidade de entregar o poder às virtudes das “mulheres” (um dos inúmeros géneros actualmente existentes, de delimitação algo díficil mas algo correspondente às antigas portadoras de vagina), dos “homossexuais” (aos quais chamam “gays”) e dos “racializados” (todos aqueles que não estejam poluídos por one-drop de constituinte não-branco, pelo menos até à 4ª geração ascendente, presume-se). Um conglomerado, diziam até recentemente os tais “pós-“marxistas, que seguiria políticas benfazejas, correspondentes aos seus anseios libertários…
E agora um tipo vê a Meloni, a Truss – já para não falar da capitalista Ursula ou da já veterana Le Pen -, todas “individuadas” como “mulheres”, mais o “racializado” Kwasi Kwarteng, e ainda se lembra daquele Haider austríaco (que era portador da outra “condição” virtuosa), e mais outros que tais… e percebe o acabrunhado silêncio dos histéricos identitaristas neste Outono-Inverno.
Enfim, venha uma rodada para esta mesa de “cisgéneros”, “brancos”, “burgueses”. “Tóxicos”, em suma…

A Europa assim como os EUA estão a pagar o preço destas palermices woke e ultra-ambientalistas. Quanto mais tarde ambos acordarem desses disparates mais enterrados ficarão. Os competidores externos muito agradecem pois vêm o ocidente basicamente em autofagia económica e a autopromover tensões sociais internas… Nem precisam de fazer grande coisa para se tornarem mais competitivos do que nós.
Você é que parece estar a dormir.
JPT esqueceu-se de uma das mais magníficas mulheres em pleno exercício do poder político, cerca de 20 anos, como #1 de esta “União” Europeia: a querida mãezinha a comunista Merkel, a mãe de todo este embróglio energético, via o seu amigo Putin como se constata, e “melhor” constatará de aqui prá frente…..
O resto é, foi, paisagem.
Não esqueci, não fiz uma enciclopédia, o que é outra coisa.
Quem diria que baixar os impostos à bruta ia correr mal… A direita portuguesa (PSD, IL e Chega) que aprenda algo com isso. Se bem que da última vez que tivemos direita no poder, esta aumentou os impostos em vez de os baixar.
ó anónimo, decida-se…
Pelos vistos só falou do sexo de Liz Truss. De o facto de ter provado que baixar impostos à bruta não resulta, disso não fala.
A indigência intelectual deste comentário é atroz. Eu não falei do sexo da ex-primeira-ministra e você, vil e cobarde anónimo, no afã de meter o bedelho socialistês nem isso consegue entender.