A peça já nem surpreende: um jovem cuja formação não chegou muito longe e cujo currículo se resume à militância partidária, neste caso, no PS, arranjou um belo tacho. Ou melhor: arranjou um pote de ouro, se tivermos em consideração os valores divulgados. Junte-se a isto uma empresa vazia, inactiva como convém – um nome fictício para roubar (sim, roubar) mais uns milhares em subsídios ao erário público. Não surpreende a chico-espertice, não surpreende a falta de vergonha de quem abriga parasitas deste calibre. Quem tinha razão era Elisa Ferreira, quando disse que “o dinheiro é do Estado, é do PS”. No entendimento desta gente, é. E será enquanto a tetinha não secar.
A tetinha do Estado
eventhorizon,

Olhe, mesmo assim, ainda aprendi alguma coisa com a notícia. Não sabia que existia um “pelouro” da Modernização Administrativa… Pena é que as técnicas de recrutamento continuem bastante tradicionais…
No meio dessa total falta de vergonha, quem mais me surpreende é Helena Roseta.
Como é que a senhora arquitecta ainda não veio dizer-nos que não sabia de nada?