Se todas estas pessoas que se chegaram à frente quisessem mesmo contribuir para o PSD, não se anunciariam como “soldados do Rui Rio” e sim como sargentos ou furriéis. Esses é dão o corpo (e a mente) ao manifesto. Já eu, que visitei e comi em várias messes, não daria um passo em frente por menos do que Alferes. São opções.


Permita-me, João:
Os soldados sacrificam o corpo, na vanguarda. Os oficias arriscam a mente, à retaguarda.
A mim o que me deixa queda mas não tira o apetite é um líder recém-eleito necessitar de exército para auto-defesa face ao seu partido. Às tantas nem é inédito, apenas prematuro.
E eu que pensava vir o termo “partido” da partição da sociedade em grupos com estratégias ideológicas próprias, e afinal…
A não ser os oficiais da Legião Estrangeira Espanhola.
A “Puerta de Trinidad” , de Badajoz, teria muito que contar…
Eu ser por ser, queria ser General. “Soldado” sou em no meu dia a dia, sempre “soldado” raso.
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* Aroma da papoila … E a outra face do sentimento * (https://brincandocomaspalavrass.blogspot.pt/)
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Resto de dia feliz.
Há quem goste muito de comandar. O desejo de poder é mesmo o que não falta. E em algumas pessoas parece inato.