A Serena e o egípcio


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As “feministas” de hoje (acompanhadas de uns pobres patetas que também assim se pintalgam) continuam a rugir no sofá contra o árbitro de ténis machista porque este persegue as mulheres (negras, ainda por cima), como se comprovou ao ter penalizado a número 1 do ténis (negra ainda por cima) tal como o fez ao número 1 do ténis (apesar deste ser branco), um breve episódio deste final da “estação estúpida” que tanto assim se mostra viva nestes identitaristas.

Comparativamente os efeitos de outra notícia mostram bem a hipocrisia deste feminismo (racialista) que para aí anda. Uma pobre alma egípcia foi trabalhar para um hotel na Arábia Saudita, estupidamente filmou-se a comer com uma colega (atenção, não é comer a colega, é comer com ela) e colocou o filme numa rede social (vale a pena ver o filme, na sua candura sem-gosto). Foi preso, pois ali não se pode comer com mulheres desacompanhadas!

As “feministas” neo-comunistas e os pobres patetas pintalgados  dizem algo, afadigam-se em partilhas, em veementes protestos? Nada – a agenda deste lumpen intelectual é o “afrodescendentismo”, que se lixe o egípcio (apesar dele próprio ser afrodescendente mas que interessa isso, o que vale é ser “negro”, o resto vale nada) mais a atrevida da árabe, não é assim?

A notícia ainda é mais interessante, pois o malandro do egípcio não só é acusado de ter … comido com a colega como também de desempenhar funções vedadas aos estrangeiros, isso de trabalhar num hotel e ter acesso ao pequeno-almoço. Os camaradas sindicalistas, herdeiros do internacionalismo proletário (ainda que nem todos gostem de “”escurinhos”)? As boas almas que transformam todos os imigrantes na Europa em refugiados? As eurodeputadas que nazificam todo os que se opõem à abertura de fronteiras, e querem restringir direitos aos imigrantes? A clique de tudólogos e seus admiradores sempre atreita a criticar qualquer proto-desmando dos EUA/UE/Austrália e ilhas adjacentes (safa-se o Canadá) com os “refugiados (económicos)” que ali/aqui acorrem? Alguém desse núcleos diz algo sobre estas condições, estas barreiras laborais? Nada. Que se lixe o sacana do egípcio, e os como ele. Não desrespeitasse a lei e a identidade cultural lá do sítio.

 

5 comentários em “A Serena e o egípcio”

  1. É óbvio que não se indignam.

    Provavelmente, nem souberam que aconteceu, vivem na bolha do facebook, twitter e instagram que criaram à sua imagem e semelhança e de onde podem banir tudo o que lhes é desconfortável com gritinhos de “hate speech”. E isto nem é crítica, é mesmo só uma suposição…

    E se souberam, não se vão meter, mesmo que o possam fazer. Para além de não quererem ofender, ainda lhes pode acontecer o mesmo que ao egípcio. Seria uma maçada ir para a cadeia, não há banho, bagas goji e ementa vegan, nem lençóis de algodão bio e ainda podiam apanhar da polícia…

    Estes femi-patetas não passam de um bando de bullies conformistas e mariquinhas que só bate em quem não lhe faz frente.

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