De acordo com uma investigação desenvolvida pela revista ‘Spears’ e pela empresa WealthInsight – cujo objectivo principal era analisar a igualdade entre géneros, relativamente à riqueza pessoal – 23% das pessoas mais ricas no nosso país são do sexo feminino.
Para Josh Spero, editor da citada revista, no topo da lista estão os países asiáticos. Esta conclusão é igualmente partilhada por Oliver Williams, da WealthInsight.
Para além de Portugal, nos primeiros dez lugares surgem as Filipinas, o Peru, Hong Kong, a Turquia, Israel, Singapura, a Tailândia, Espanha e Itália.
Ao invés, entre os países com menos mulheres milionárias, contam-se a Holanda, Rússia, México, Arábia Saudita e Japão.
A ser verdadeira a informação, ela não me surpreende. E reflecte a tendência de que na gestão da riqueza o género contará cada vez menos.

Prezada Senhora
Parabéns por estar incluída no lote das Mulheres mais ricas do nosso País.
Riqueza de espirito… em euros, não faço ideia, nem quero saber!
Concordo com seu comentário.
Mais importante seria, em minha opinião, saber de onde provem essa riqueza.
Nos países anglossaxónicos, segundo julgo saber, a grande maior parte das mulheres ricas são-no por herança ou por divórcio, e não por riqueza gerada por elas mesmas.
Na China, pelo contrário, segundo julgo saber, a maior parte das mulheres ricas criaram essa riqueza por serem empresárias.
Se calhar contaram a D. Isabel dos Santos e essa não vale.
De facto, tem um post notável, quando os portugueses sofrem de miséria e exclusão social, enquanto os poderosos aumentam as suas fartas fortunas.
Perdeu uma oportunidade de falar sobre o assunto, ou não lhe convém por ser progenitora de um dos culpados da situação?
Senhor Carlos Silva, atenta à sua imensa delicadeza, pergunto-lhe qual a sua responsabilidade no que fazem os seus pais ou os seus filhos…
Verifica-se que nos países mais ricos há proporcionalmente menos mulheres ricas. Não vejo como se pode inferir daqui que no futuro o género não contará para a gestão da riqueza.
Jo
É simples. O mundo vai pertencer aos emergentes e não à velha Europa…
muito bom