Nas “bancasrrotas” o importante, é saber que ninguem irá pagar! Reflectamos: As bancas rotas advêm básicamente de dois factores que se conjugam e se interceptam; a má governação e, a usura bancária. A má governação porque permite que a banca seduza os cidadãos a contrair empréstimos bancários muito a cima da sua capacidade de endividamento. Todos nos lembramos concerteza de um anúncio que passava em todas as televisões ainda ha muito pouco tempo, aliciando o comum cidadão a contrair empréstimo para aquisição de casa, de carro e de barco, servindo-se do mais baixo argumento estimulador, a inveja, porque o vizinho do lado já possuia aqueles bens. Ainda nos lembramos de também muito recentemente, recebermos cartas do nosso banco, oferecendo-nos crédito fácil, que poderia ser utilizado para os fins desejados, sem prova de rendimentos, bastando dizer “sim”. Tamanha abundância não poderia resultar em nada diferente daquilo a que assistimos hoje. Cabia ao governo proteger os seus cidadãos, contra esta avidez dos bancos, os quais registaram os maiores lucros, os mesmos que agora ameaçam falência, os mesmos que recebem dinheiro do Estado para não falir, dinheiro esse, que sai do bolso dos cidadãos, a maioria que não comprou carro de luxo, nem iate, nem passou férias em lugares exóticos. Então, será de toda a justiça, que quando a bancarrota sobrevier, ninguem pague os capitais em dívida, quanto muito, executem as hipotecas a quem teve mais olhos que barriga e menos senso que ilusão. Que lhes vão buscar os BM, as motas de água, os barcuchos, que lhes saquem os visa que com tanta insistência lhes ofereceram, acompanhados de plafond’s milionários. Até porque, o alinhamento astral, prevê que não haja empregos, por conseguinte, acabem os salários, resultando em pobreza. Vão receber de quem? O quê? Que vão ao Totta!!!
Nas “bancasrrotas” o importante, é saber que ninguem irá pagar!
Reflectamos: As bancas rotas advêm básicamente de dois factores que se conjugam e se interceptam; a má governação e, a usura bancária.
A má governação porque permite que a banca seduza os cidadãos a contrair empréstimos bancários muito a cima da sua capacidade de endividamento. Todos nos lembramos concerteza de um anúncio que passava em todas as televisões ainda ha muito pouco tempo, aliciando o comum cidadão a contrair empréstimo para aquisição de casa, de carro e de barco, servindo-se do mais baixo argumento estimulador, a inveja, porque o vizinho do lado já possuia aqueles bens. Ainda nos lembramos de também muito recentemente, recebermos cartas do nosso banco, oferecendo-nos crédito fácil, que poderia ser utilizado para os fins desejados, sem prova de rendimentos, bastando dizer “sim”.
Tamanha abundância não poderia resultar em nada diferente daquilo a que assistimos hoje.
Cabia ao governo proteger os seus cidadãos, contra esta avidez dos bancos, os quais registaram os maiores lucros, os mesmos que agora ameaçam falência, os mesmos que recebem dinheiro do Estado para não falir, dinheiro esse, que sai do bolso dos cidadãos, a maioria que não comprou carro de luxo, nem iate, nem passou férias em lugares exóticos.
Então, será de toda a justiça, que quando a bancarrota sobrevier, ninguem pague os capitais em dívida, quanto muito, executem as hipotecas a quem teve mais olhos que barriga e menos senso que ilusão. Que lhes vão buscar os BM, as motas de água, os barcuchos, que lhes saquem os visa que com tanta insistência lhes ofereceram, acompanhados de plafond’s milionários.
Até porque, o alinhamento astral, prevê que não haja empregos, por conseguinte, acabem os salários, resultando em pobreza.
Vão receber de quem? O quê?
Que vão ao Totta!!!
Sim, ao Totta. Porque ao BCP já não vale a pena que também não tem lá nada.