Concordo plenamente com a paternidade responsável, mas o que Francisco não explicou é como se há-de fazer planeamento familiar sem contracepção, porque isto de fazer contas é um bom método para… coelhos.
Concordo plenamente com a paternidade responsável, mas o que Francisco não explicou é como se há-de fazer planeamento familiar sem contracepção, porque isto de fazer contas é um bom método para… coelhos.
Ele dessas coisas não percebe nada.
O matematico italiano Fibonacci considerou o crescimento duma população idealizada de coelhos, partindo dos seguintes pressupostos:
No primeiro mês nasce um casal;
Os casais amadurecem sexualmente e reproduzem-se após o segundo mês;
Não há problemas genéticos no cruzamento consanguíneo;
Todos os meses cada casal fértil dá a luz a um novo casal;
Os coelhos nunca morrem.
Ao fim dum ano existiriam no campo 144 coelhos [0,1,1,2,3,5,8,13,21,34,55,89,144,…]
A vida no campo é muito saudável…
“Os coelhos nunca morrem. “
Matemáticos…
Errado. Esses Passos duplicam no mês em que vão à vida.
Os Coelhos que se governam fazem contas antes de dar à Costa.
Penso que ele se refere à abstinência.
Também não é solução mas é a que a Igreja defende.
Pois, as continhas implicam esses entermeios de abstinência. Mas não é vida, não. Até porque as continhas falham que se fartam.
O Papa falava para uma minoria que são os heteros, no caso tuga.
Em breve o paralamento de São Bento parece que a maioria vai aprovar a homo-adoção e aí o Papa fica a falar para o boneco.
“concordo plenamente com a paternidade responsável,”.Maternidade, maternidade. A paternidade é sempre irresponsável.
A paternidade é intrinsecamente irresponsável.
Quem estiver interessado em aprender, pode consultar a Associação Família e Sociedade, onde estão técnicas qualificadas para ensinar a utilizar estes métodos.
http://www.familiaesociedade.org/
E não, não é preciso fazer contas… e todos podem aprender, não apenas os Coelho, como os Silva, os Mendes… e por aí fora!
Consultei o site que linkou, não fosse ter-me escapado alguma coisa sobre o que sei acerca dos métodos “naturais” de contracepção. Afinal não aprendi nada. A proposta é a abstinência, o que induz os casais a fazer as tais contas, sempre tão falíveis. E lá vem mais uma criancinha não desejada, ou uma decisão difícil, tão difícil que essa sim, põe em risco a vida do casal e a da mulher em particular, já para não falar da vida do bebé que não chegou a sê-lo. E afinal, para quê complicar se, nas palavras do Papa, “Deus até nos deu meios para sermos responsáveis”
Na verdade não existem meios naturais de contracepção… existem meios naturais de planeamento familiar e conhecê-los é sem dúvida um aspecto muito positivo, no curso que fiz em Novembro estavam lá muitas profissionais de saúde a aprender e são pessoas bem formadas… por isso penso que vale sempre a pena saber para poder escolher!
É só uma opinião…
Qual a definição de natural e a de artificial? Provavelmente já todos notaram que, em praticamente todos os casos, o que é artificial é muito superior ao que é natural. Esta muito espalhada a superstição contrária.
Qual a definição de natural e a de artificial? Provavelmente já todos notaram que, em praticamente todos os casos, o que é artificial é muito superior ao que é natural. Está muito espalhada a superstição contrária. Mas não tem base científica, é só superstição.
Não é por aí.
Os nascimentos exigindo intervenção médica também envolvem artificialidade.
A abstinência também é artificial, se contraria a vontade natural.
Quanto ao artificial ser superior ao natural, olhe que não, olhe que não, veja o assunto abordado.
Quais as definições de natural e artificial que adopta?
Olívia, sem dúvida que é muito útil conhecer os métodos naturais. Ninguém os quer proibir. O que se questiona, os católicos, é a enorme hipocrisia que transpira de grande parte da encíclica Humanae Vitae, que proíbe para os católicos a contracepção artificial. É claro que a grande maioria dos católicos não fez caso dela.
Sou católico, casado há muitos anos e sei o quão hipócrita é aquela encíclica.
Muitos casais jovens nos primeiros anos de casados, com vidas difíceis de emprego, separados por quilómetros, que se encontram ao fim de semana e por vezes nem isso, exigir-lhes que se regulem pelo calendário, é caso para dizer, ide pregar para o inferno.
É verdade o que diz, xico. Mas a Teresa também não sabe tudo, apesar do esforço:
https://palestrascatolicas.wordpress.com/2 009/02/20/metodo-de-billings/
Vamos ver agora o que foi escrito no nr. 2368 do CIC em 1992: “Um aspecto particular desta responsabilidade diz respeito à regulação dos nascimentos. Por razões justas, os esposos podem querer espaçar os nascimentos de seus filhos”. Isto é, por dificuldades económicas, doenças…
e acrescenta: “Cabe-lhes verificar que seu desejo não provém do egoísmo, mas está de acordo com a justa generosidade de uma paternidade responsável”.
O papa recordou o que sempre a Igreja disse: que não corresponde à dignidade humana agir por puro instinto.
Sobre a Humanae Vitae: i/encyclicals/documents/hf_p-vi_enc_2507 1968_humanae-vitae_po.html
http://www.vatican.va/holy_father/paul_v
A proposta é a abstinência
Isso não me parece muito dramático.
As pessoas podem fazer sexo sem nele incluírem a penetração vaginal.
A generalidade das mulheres não extrai extremo prazer dela, pelo que pode perfeitamente dispensá-la.
Quanto aos homens, é claro que ambicionam sempre a penetração vaginal, mas podem uma vez por outra evitá-la. Nada que um bom broche não resolva…
De acordo. Mas quem faz o broche? Alguém se oferece?
“A generalidade das mulheres não extrai extremo prazer dela, pelo que pode perfeitamente dispensá-la.”
Como é que disse? Explique melhor.
Obrigada
Joana Cruz
De acordo com o que leio, a quase totalidade das mulheres não consegue atingir o orgasmo através da penetração vaginal, mas somente através de massagens ao clítoris. É isso que lhes dá extremo prazer, e não a penetração vaginal.
Ó Luís Lavoura,
Por muitas mulheres que tenha “conhecido” no sentido bíblico não faz de si um expert sobre o que as mulheres gostam ou não.
Quanto aos broches há muito mulher que adora… ao peito, e sobretudo com muitos diamantes…
Melhor seria:
“A quadratura do cio”!
Sinceramente…abstinência é que não.
E um copo de agua é um bom “método natural”. Nem antes, nem durante, nem depois. Em vez.
Copo de água? Antes bater uma…
Crescei e
– multiplicai-vos: 1×1=1
– somai-vos: 1+1=2
– diminui-vos: 1-1=0
– dividi-vos: 1:1=1
Portanto, o Papa só estará a lembrar o ensino básico, admitindo que a reprodução envolve um de cada, e não mais que isso.
isto de fazer contas é um bom método para… coelhos
Bem, talvez seja, mas foi esse o método que gerações e gerações de pessoas utilizaram. Ao longo dos séculos, grande parte dos casais não se reproduziram como coelhos. Mesmo sem contracetivos, e só ocasionalmente recorrendo ao aborto, grande parte dos casais ao longo dos séculos controlou a sua fertilidade.
Sobretudo antes de se terem inventado os termómetros.
Na verdade. reproduziam-se como coelhos. Mas morriam como tordos.
Era isso, era isso.
Controlou? Como?
Eu não sei como, mas sei que os meus avós paternos só tiveram dois filhos e os meus pais também só tiveram dois. Mais um primo do meu pai que também só teve dois. E assim por diante. Não sei como eles fizeram, mas fizeram-no num tempo em que não havia contracetivos.
Luís Lavoura,
Decididamente, e atendendo à sua provecta idade que deve andar pela do Matusalém, deve rever a matéria ensinada no célebre livro do Fritz Kahn. É que preservativos existem há mais de 400 anos. Os de borracha desde 1855 e os de látex desde 1920. Depois havia o coito interrompido que até vem descrito com pormenor no livro do Génesis. E se é assim tão velho, decerto lembrar-se-á de umas pêras de borracha a que se acoplava um bico com furos e que se escondiam nos armários das casas de banho das nossas avós. Imagine lá para o que serviriam?! E quando estes métodos não resultavam, e antes de uma solução mais drástica, havia ervas que faziam maravilhas e que todas as avós conheciam de sobejo. Pode crer que a sua avózinha sabia de coisas que as jovens de hoje nem sonham! E ninguém ia perguntar ao prior!
Não esqueçamos, Lavoura, o papel que a elevada mortalidade materno-infantil teve, durante séculos, no controlo das proles.
E Francisco não explicou devidamente que a prática de actividades folgazãs na ausência da finalidade procriadora conduz directamente ao fogo do Inferno?!
Dois excelentes métodos de planeamento familiar sem contracepção são, a meu ver, postar em blogues e comentar em blogues.
Fala quem sabe.
É sempre bom ouvir a voz da experiência…
Pelos vistos o Papa já não tem problemas em ofender os coelhos… só espero que nenhum entre pelo Vaticano com uma AK47.
No entanto já se fazem sentir os protestos:
http://abcnews.go.com/Health/wireStory/g erman-rabbit-breeders-criticize-popes-se x-comments-28348493
“A generalidade das mulheres não extrai extremo prazer dela, pelo que pode perfeitamente dispensá-la.”
Lavoura não te conheço de lado nenhum e não quero ser abusivo nem convencido, mas:
Estás a fazer qualquer coisa de errado.