Já houve uma mãe que quis proibir a leitura d’A Bela Adormecida na escola primária do filho porque, argumentou, o beijo do príncipe promovia “um comportamento sexual impróprio”.
Já houve bibliotecas e escolas que baniram As Aventuras de Tom Sawyer por causa de “calão racista”.
Vai-se lendo, nos fóruns de tecnologia, activistas que pretendem alterar os nomes male/female (como em “fichas macho/fêmea”) por “assentarem numa visão binária dos géneros”.
Há empresas tecnológicas que querem mudar, a bem da “inclusão” e por causa de putativas conotações raciais, a nomenclatura whitelist/blacklist – como se esta utilização de white/black não derivasse directamente dos conceitos religiosos de luz/escuridão.
Fica-me a impressão de estarmos a deixar os loucos gerirem o manicómio.

Mas só no chamado “ocidente , meu caro , ocidente infantilizado, acobardado e…desarmado.
Deixo à sua imaginação quem , num futuro que já é presente, imporá as ” regras do jogo ” – e então ver-se-á o significado, e consequências , destas “bizantinices” do nosso tempo…
A (des)propósito , e lido na imprensa espanhola (“La Voz de Galicia”, mais precisamente ) :início da retirada de parte das tropas americanas da Alemanha.
O outro era capaz de ter razão , “isto anda tudo ligado”.
Valha-nos o estar aqui à pontinha e não contarmos a ponta de um chavelho para o que quer que seja…
JSP
A História raramente é um conjunto desgarrado de factos.
Quando, no ocidente, os muçulmanos ascenderem ao poder acertam o passo a esta rapaziada toda…
Nunca me farto de ver algumas esquerdas defenderem com o mesmo fervor, às vezes quase na mesma frase, os direitos das mulheres e homossexuais – e regimes teocráticos onde essas mesmas mulheres e esses mesmo homossexuais são reprimidos, tapados e apedrejados. Deve ser profundamente libertador não se sentir obrigado a qualquer coerência.
Quero muito acordar desta distopia imposta por radicalismos que se interessam mais pela capa do que pelo conteúdo.
“O que pretendo não é prever o futuro mas sim preveni-lo” é uma frase comummente atribuída a Ray Bradbury. A literatura de ficção científica está repleta de distopias sobre ditaduras neo-moralistas iniciadas por movimentos “bem intencionados”. A História também nos pode ensinar algo sobre o assunto. Penso que só uma generalizada falta de cultura é que leva a maioria silenciosa a encolher os ombros convicta de que isto “há-de passar”.
“…apanhados pelo Copcon, um organismo do MFA, Movimento das Forças Armadas .”
O Copcon era um grupo de assassinos liderados por um assassino que anda por aí à solta, a praticar a bigamia.
Não sejamos injustos: tecnicamente, o homem não é um bígamo – pois nunca se casou com a segunda mulher. Quando muito, é um adúltero consentido.
Honestamente o manicómio já é gerido pelos loucos há muito tempo 🙁
Não vou ser eu que o vou negar…
talvez seja uma moda, um progresso.
Independente das razoes, e seguramente existem, sejam quantas forem, é movimento, garra, determinaçao.
E faz todo o sentido que sejam os loucos a gerirem o manicomio…ate para acabar com a violencia que o manicomio exerce sobre eles.
Os anglófonos têm uma frase que acho muito certeira: “two wrongs don’t make a right”.
Exato
Manicômio incentivado por selvagens das redações dos media. …em Portugal são TODOS. ..e analistas. comentadores blá blá blá recalcados que precisam inventar demônios para os seus traumas.
E sem esquecer as intoxicações nas escolas e universidades. …
Basta ir cursos de mestrado. ..ou pós graduação. ..para constatar como a juventude está constantemente a elogiar as bestas do mundo. .
Assim se compreende o vandalismo na estátua de CHURCHILL…e o apoio que se viu na internet. ..
Ainda há semanas H.Raposo e J.Lucas Pires chamavam na R. R. o Ali Bakri do estado islâmico de…..CAVALHEIRO. …e não era em tom sarcástico irônico ou desprezível. ..repetiram em tom sério.
COVARDIA ? LAMBE BOTAS DO DOMÍNIO ISLÂMICO ?
O que seja…NAO tem desculpa. O carniceiro foi que o Hitler.
Autêntico mundo cão
Há uma dúzia de anos, fez-se uma sondagem em Inglaterra e descobriu-se que um quinto dos adolescentes pensava que Churchill era um personagem de ficção. É o que temos.