É asim mesmo, Adolfo. Mas olha que já nos libertámos há largo tempo do socialismo (o José Sócrates em muita coisa estava mais próximo de ti do que de mim!). E não te fies nos preâmbulos.
Ora agora é que discordamos. O socialismo, tal qual eu entendo, está por toda a parte, da esquerda à direita. O que sempre nos faltou foi uma verdadeira alternativa próxima do liberalismo. Mas isto é conversa para o próximo jantar!
Fica combinado. Mas estou convencido de que aquilo a que tu chamas e identificas como “socialismo” é algo parecido com as miseráveis degenerescências nepotistas que nasceram do outro lado do Muro. E hoje, o que identificas como tal, entre nós, não passa de mero oportunismo de circunstância.
Ouvi atentamente e gostei muito. Parabéns! Pelo que disse (excelente), pela assertividade (poucos tinham ousado tocar nessas matérias básicas), pela forma (clara e objectiva), pela postura (fluente, sem pausas, a aguardar pelas palmas). Falou claro e tocou no essencial, no princípio. Confesso que eu bati palmas. Com pessoas assim, estamos no bom caminho.
Muito bem, todos os tribunos deviam ser assim. Mas nem todos têm prática de barra, somados a outros atributos de atitude. Digo eu, que estou mais a tombar para o lado daquela maioria visada no discurso… Já estou a chorar pela má sorte deles 🙂
Força, Adolfo. Fiscaliza-os, ouviste? Para calar essas bocas que dizem que os grupos parlamentares dos partidos do governo são instrumentalizados pelo executivo. Beijinho.
Meu rico menino. Córgulho. Dá-les, Adolfinho!
(queres levar estas para a tua colecção, Leonor?)
Sobre escrevo.
obrigradus pah
Num deiem cabo de mim, pur favor.
Obrigado Ana 🙂
Mas isto só agora começou. Espero conseguir ter esse comentário ao fim de um ano!
Lá chegarás, tenho a certeza.
🙂
Este deputado vai longe…
Não vai nada, que a gente não deixa. Fica já aqui. 🙂
OK, Ana. Tem de ser bem guardado… 🙂
Obrigado João. Mas espero ficar no mesmo sítio por quatro anos 🙂
No mínimo. Desejo as maiores felicidades para missão tão difícil e espero, um dia, vê-lo em líder do CDS.
Parabéns! E bom trabalho!
Muito obrigado Fátima!
Parabéns e, sobretudo, porta-te bem, Adolfo. Já sabes: vou ficar de olho em ti!
É meu dever cumprir. E é tua obrigação estar de olho, pah! 🙂
Eu também. Tenho os dois olhos no Adolfo.
voyeurismo? 🙂
muito obrigado!
Grande Adolfo! Muito bem.
Prepara-te Leonor. Por enquanto ainda só falei daquilo com que concordavas 🙂
Deixa-me ir vivendo na ilusão 🙂
É asim mesmo, Adolfo. Mas olha que já nos libertámos há largo tempo do socialismo (o José Sócrates em muita coisa estava mais próximo de ti do que de mim!). E não te fies nos preâmbulos.
Ora agora é que discordamos. O socialismo, tal qual eu entendo, está por toda a parte, da esquerda à direita. O que sempre nos faltou foi uma verdadeira alternativa próxima do liberalismo. Mas isto é conversa para o próximo jantar!
Fica combinado.
Mas estou convencido de que aquilo a que tu chamas e identificas como “socialismo” é algo parecido com as miseráveis degenerescências nepotistas que nasceram do outro lado do Muro. E hoje, o que identificas como tal, entre nós, não passa de mero oportunismo de circunstância.
Ouvi atentamente e gostei muito.
Parabéns!
Pelo que disse (excelente), pela assertividade (poucos tinham ousado tocar nessas matérias básicas), pela forma (clara e objectiva), pela postura (fluente, sem pausas, a aguardar pelas palmas).
Falou claro e tocou no essencial, no princípio.
Confesso que eu bati palmas.
Com pessoas assim, estamos no bom caminho.
Muito bem, todos os tribunos deviam ser assim. Mas nem todos têm prática de barra, somados a outros atributos de atitude. Digo eu, que estou mais a tombar para o lado daquela maioria visada no discurso… Já estou a chorar pela má sorte deles 🙂
Força, Adolfo. Fiscaliza-os, ouviste? Para calar essas bocas que dizem que os grupos parlamentares dos partidos do governo são instrumentalizados pelo executivo. Beijinho.