A pressa do Público


João Sousa,

O Público de hoje tem isto na primeira página:

publico 20201107 - recusa de trump.jpg

A minha questão é só esta: os votos já foram todos contados? A CNN, quando publico isto, ainda mostra os resultados em 253/213 a favor de Biden (são necessários 270). Porque raio há-de o Público querer apressar a coisa só porque tem um feeling (por mais bem suportado que seja nos dados já conhecidos)?

8 comentários em “A pressa do Público”

    1. Você vem chamar “lixo” a este blogue.
      O mesmo blogue que há dois meses elegeu um texto seu para comentário da semana.
      https://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/os-comentarios-da-semana-11740884

      Não me lembro, na altura, de qualquer reacção da sua parte. Nem sequer de um pestanejar de reconhecimento. Como é visível na caixa de comentários.
      Mas agora já sabe dar um sinal de vida, escoiceando contra o DELITO. Com essa linguagem inaceitável.

      Enfim, a radicalização das redes contamina toda a atmosfera digital, como está bem à vista por este exemplo. O ódio domina tudo. E derruba qualquer barreira de cordialidade, de bom tom, de cumprimento atédas mais elementares regras de cortesia
      Você é um exemplo disto.

      Por mim, fica registado.

      1. «Você é um exemplo disto.
        Por mim, fica registado.»

        Está, definitivamente arrumado que ele é um ingrato… e até, a propósito disso, me veio à cabeça o que deve estar a pensar o Trump, neste momento.

        Tempos complicados estes: dizem as “fake news” que o sonâmbulo já conseguiu mais 20 votos no colégio eleitoral, dos 270 necessários, para ser eleito como presidente…

        É evidente que, nestes templos complicados, o “senhorio” cá do blogue nem percebeu a mensagem do Elvimonte, o que até nem é uma novidade: ele insiste em querer estar solitário na Verdade a que só ele pode reclamar como um direito seu… daqui a nada, julgo eu, o Elvimonte até lhe vai explicar o que significa em bom português, «Muito do que vai neste blogue» e que não é digno de até ser considerado como um traidor.

        Delito de opinião? Julgo que sim…

      2. «Logo, muito do que vai neste blogue = lixo» (Elvimonte).

        E nem uma palavra retiro ao que escrevi. Trata-se do “muito do que vai neste blogue” e não deste blogue na totalidade, como parece ter mal entendido. Mas, antes de mais, devo esclarecer que aprecio este blogue, muito do que aqui é escrito e muito daquilo que escreve o Pedro Correia, pessoa que não conheço, mas que merece a consideração e o respeito que dedico a alguém que tem a hombridade de publicar comentário meu muito crítico a seu próprio respeito – uma verdade que outros silenciariam, como terei comentado na altura.

        Esclareço também que só agora tive conhecimento da eleição desse meu comentário irónico, a roçar o sarcasmo, para comentário da semana. A ser assim, terá sido a segunda vez que um comentário meu mereceu tal destaque. As escolhas são suas, não as discuto e não me sinto vinculado de qualquer forma por elas, não sendo meu objectivo a elevação dos comentários que faço a essa ou outra qualquer categoria, como deve calcular. Realço, no entanto, palavras que me dirigiu há meses atrás a propósito do uso de máscara e da apresentação de números da pandemia e que vou citar de memória: “Chegou a altura de lhe agradecer o seu contributo esclarecido e fundamentado”. Como resposta terei escrito: “Grato pelas suas palavras. Reconheço, contudo, que outros teriam feito melhor”.

        Posto isto, para fundamentar vou dar alguns exemplos do “muito do que vai neste blogue” e que vai também na CNN e na generalidade da indústria noticiosa internacional e nacional, como este post aponta, naquilo que considero de autêntico colonialismo de ideias.

        1- Clamar da alegada injustiça de “em duas das últimas cinco eleições presidenciais o vencedor tenha sido aquele que menos votos recolheu nas urnas.” (Confusão, por Pedro Correia), em perfeito alinhamento com a CNN e outras cadeias, é confundir uma federação de estados independentes com um estado, ou um país. Os EUA são isso mesmo: estados unidos. São os estados, através dos seus resultados internos e da representatividade dos seus “grandes eleitores” que elegem o presidente da federação. Os eleitores de cada um dos estados elegem directamente governadores. Temos aqui duas esferas distintas: uma federal e uma estadual. Ignorar isto é subverter toda a lógica que deu origem à federação em benefício da hegemonia dos estados mais populosos, quase sempre controlados pelos ditos democratas, a quem isso convém.

        2- A omissão para que a evidência aponta da prática conhecida como “ballot harvesting”, a fraude calamitosa da “colheita de votos” por correspondência. Também em perfeito alinhamento com CNNs e quejandas.

        (Veja-se, a título de exemplo: “District Attorney investigating potential Election Day ballot harvesting operation”
        https://www.ocregister.com/2020/11/03/orange-county-das-office-investigates-ballot-harvesting-in-westminster/ )

        3- O post “Pensamento de Melania” (Cristina Torrão), insultuoso, também ele em perfeito alinhamento com CNNs e quejandas. Tão insultuoso que, se fosse dirigido à autora, estou certo que não mereceria publicação, tendo nesse caso o meu apoio. Em comentário que fiz e de cuja publicação tenho dúvidas, terei escrito algo como: “A Cristisnada da Semana”. (Fui ver agora e confirmo que: i) o meu comentário não foi publicado; ii) “muito do que vai neste blogue”).

    2. Já tenho aqui levado nas orelhas, mas é no Delito que se abrem as portas á liberdade de opinião, com acordos e divergências, mas sempre pautadas com elevação e respeito, que deviam servir de exemplo para muita gente do negócio da informação. Dado o exposto, é importante dizer que se por minha lavra alguma vez tivesse a ousadia, a roçar a cobardia, de navegar em tal elvimonte de lixo, só me restaria desaparecer por mau porte e vergonha.

      1. Na falta de argumentos surgem os costumeiros insultos e ataques ad hominem.

        Será que pretende assim destacar-se da ordinária vulgaridade?

  1. Porque raio há-de o Público querer apressar a coisa

    Porque é um pasquim sectário infestado de activistas da treta

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