A porta-voz do porta-voz


jmmcc,

Entre dizer que Carlos Cruz pode ser mais do que porta-voz de si mesmo, mas também porta-voz de tantos injustiçados anónimos, e que há condenados que ainda não sabem do que são acusados, chamar sentença a um acórdão é um pormenor de somenos (apesar das obrigações de conhecimento de quem tem voz pública).

Quem disse aquilo e outras tantas barbaridades foi Clara Ferreira Alves, no Eixo do Mal da SIC-N. Ela própria uma porta-voz notável neste país dos disparates.

12 comentários em “A porta-voz do porta-voz”

  1. Interessante, JC. Também vi o programa. Na altura o comentário de CFA pareceu-me quase sensato, mas verdadeiramente não o é.

  2. Neste país de injustiçados…

    Neste país, onde quem sofre do erro dos hospitais, do mau atendimento de muitos médicos (alguns em alegres excursões com os donos dos medicamentos) não se recompõe…
    Neste país, onde quem estuda, não tem exigência, é medíocre e não se recompõe…eis que surge o injustiçado.

    Só que o doente tem de pedir uma nova vida, o estudante tem de estudar noutro lado…e o injustiçado?

    Aí vem: art. 449 do CPP!
    Todo o condenado , descubrindo-se novos elementos que contrariem a condenação pode pedir revisao do processo…

    E estes que a Clara afirma pediram?

    1. Oh amigo não diga mal do nosso serviço nacional de saúde, porque eu vim de França, onde tinha um seguro de saude e lixaram-me um olho até me descolarem a retina. Cheguei a Portugal fui à consulta do Hospital de Santo António dos CAPUCHOS, sem cunhas, o atendimento é impecável, tudo computurizado. A cirurgia correu lindamente, salvaram-me a retina que estava já cheia de bolhas. Em PORTUGAL SÓ OUÇO PESSOAS DIZEREM MAL MAS NÃO VÃO LÁ. EU FALO PELA EXPERIÊNCIA.

      1. Nesta casa temos um hábito muito saudável: ninguém GRITA, que me lixa os olhos. E é de mau gosto.

        (Aproveito para lhe dizer que os seus dois comentários anteriores foram “arquivados” lá fora, porque aqui temos outra regra de ouro: não damos conta dos rodriguinhos, dos casamentos entroncados e do diz-que-disse seja de quem for, que o nosso blogue não é uma versão informática das revistas negras conhecidas por cor-de-rosa.)

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