A pergunta inútil de Agosto


Pedro Correia,

 

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0 comentários em “A pergunta inútil de Agosto”

  1. Caro Pedro Correia. Muito boa tarde, antes de mais. Se for espreitando o meu blogue, e ainda que eu não goste de dizer publicamente e em detalhe, o que faço e por onde ando, poderá ir olhando “coisas” que vou observando e,……algumas que vou bebendo. Tenha uma boa semana, de férias ou não. António Cabral

  2. Como são férias o ritmo é outro e, ainda estou a acabar o meu comentário no seu poste anterior, aquela das ficções “aguçou-me o apetite” mas, apesar de ser escrito lentamente, prometo que vai ser um comentário, daqueles que gastam todos os caracteres permitidos 😉

      1. Férias, uma das coisas, entre muitas que não tenho, como pensão de reforma, subsídios ou afins porque, cada um, deve fazer o que apregoa e, para mim, Liberdade é isso mesmo, não ser dependente de coisa nenhuma, apesar de, nos tempos que correm, a verdadeira Liberdade já não exista porque, só para sobreviver, é preciso pagar. Basta precisarmos de água e, aqui na capital, só da água e serviço prestado, por sair na nossa torneira, quem pagar 12, com os impostos, fica mais do dobro, em 28 euros. Em algum lado a Câmara tem de arranjar 3 milhões para a Mesquita… não podendo pôr a água mais cara que o Champanhe, vai ter de aumentar o IMI, a todos, mas aquela de “carregar”, ainda mais, a quem tenha mais sol ou melhor vista… definitivamente, a irracionalidade não tem travões… mas tenho uma prima sortuda, pode pedir desconto, tem vista para o cemitério, sempre estranhei ter comprado o andar naquele sítio, afinal, deve ter tido uma premonição 😉

        Já houve tempos em que o meu dia começava às 5h da manhã e a única coisa que sabia fazer era trabalhar mas, um dia “acordei” e vi que isto de investir e trabalhar muito, só servia para pagar mais impostos e, assim, criar mais “dependentes” do dinheiro dos outros, portanto, cheguei à conclusão que, materialmente, de pouco se precisa para se ser feliz e poder dar atenção às coisas e pessoas, realmente, importantes. Só espero que quando deixar de ser responsável pela vida e escolhas de outras pessoas que me são queridas, nessa altura, ainda possa optar “por menos materialismo” e poder largar, definitivamente, o resto das “dependências”, se me deixarem porque o mundo caminha para um sistema onde os humanos passarão a ser, unicamente, ativos financeiros, pertencentes a Corporações que, têm de dar lucro ou serão tecnologicamente substituíveis ou, pior, definitivamente, dispensáveis.

        Quando hoje li, no Diário Económico que, pela 1ª vez, na Função Pública, os aposentados são mais do que os activos, não contando com os outros aposentados, desempregados e outro tipo de situações, incluindo a Dívida(incomensurável e imparável) que arranjaram aos 10 milhões de portugueses, a verdadeira crise ainda está para chegar e, com ela, Ordo Ab Chao (Ordem a partir do Caos), aquilo que, a nível global, o 1% precisa mas, desta vez, servirá para implementar “o resto” e, com isso, acabar com o resto da nossa Liberdade.
        Já sei que não acredita mas, é só para ficar escrito e, nesta altura, é completamente inútil tentarem matar os mensageiros, deviam ter dado ouvidos aos que, há décadas, não conseguiram passar a mensagem e, a “sangria”, continuou mas, ainda não percebi, como ainda existem pessoas que acreditam nas tretas de que isto vá acabar bem.

        Falar de Férias, para quê? Passámos a ter a silly season o ano inteiro e, há décadas, pode faltar o dinheiro mas sillies… são aos magotes 😉

        1. O seu comentário dá pano para mangas. O melhor mesmo é deixá-lo assim: não necessita de réplica.
          E habilita-se desde já – apesar de ser ainda segunda-feira – a figurar como Comentário da Semana aqui no DELITO.

  3. Respondendo à pergunta concreta, e ainda que muitos digam que os reformados estão sempre de férias (engano completo, no meu caso pelo menos), entre períodos exercendo as maravilhosas funções de avós e outros sem a companhia dos netos, as férias continuam a correr muito bem. Pena o combustível caríssimo, mas ainda assim, estou pasmado com os Km que já andei desde 11 de Junho passado; Norte a Sul, Oeste a Leste.
    E o que eu já descansei, e o que tenho visto.
    E o que tenho bebido de água durante o dia, particularmente nas duas últimas semanas. Mas ao jantar delicio-me com a nossa gastronomia e com cada vinho!
    António Cabral

  4. Lá chegarei, se Deus quiser que a Maratona ainda vai só a meio… 🙂
    Verdade seja dita , posso escolher. Sã de juízo, jamais escolheria Agosto para descansar; não acredito que encontrasse sequer uma caverna que não fosse em time sharing

    1. Eu há vários anos que posso escolher. Passo o mês de Agosto em Lisboa por opção própria. As férias são sempre antes e depois. Com menos gente em todo o lado, preços mais baixos e convidativos, longe de enchentes de qualquer tipo.

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