Não é de forma alguma comparável. Os irredutíveis gauleses lutavam contra o invasor romano que não investiam nada na Gália, os madeirenses estão a sugar, a mamar, o dinheiro de quem quer ter o previlégio, coisas, resquícios do colonialismo, de se dar ao luxo de ter uma ilha habitável.
«Enquanto o Continente ocupado está sujeito à austeridade, eles podem comer e beber bem e dar tabefes aos invasores. Não interessa que lhes digam que estão a gastar de mais e que não têm dinheiro para tanto. Os irredutíveis madeirenses aproveitam o tempo presente sem pensarem no futuro. Eles sabem que esta estória acabará como todas as outras: com um grande festim. E o rectângulo há-de pagar a conta.»
Saberá que as medidas aplicadas no Continente também são aplicadas na região? De que festins fala, dos quais não tenho conhecimento, apesar de viver na região? A leviandade com que emite juízos de valor perigosos só é comparável com o que lá fora dizem dos/das portugueses/as.
O que seria se também tivessem o Druida e o Obélix?!
Vou reler “Astérix na Córsega”. Isto nunca se sabe…
Cumprimentos.
Não é de forma alguma comparável. Os irredutíveis gauleses lutavam contra o invasor romano que não investiam nada na Gália, os madeirenses estão a sugar, a mamar, o dinheiro de quem quer ter o previlégio, coisas, resquícios do colonialismo, de se dar ao luxo de ter uma ilha habitável.
Deviam amordaçar o bardo.
«Enquanto o Continente ocupado está sujeito à austeridade, eles podem comer e beber bem e dar tabefes aos invasores. Não interessa que lhes digam que estão a gastar de mais e que não têm dinheiro para tanto. Os irredutíveis madeirenses aproveitam o tempo presente sem pensarem no futuro. Eles sabem que esta estória acabará como todas as outras: com um grande festim. E o rectângulo há-de pagar a conta.»
Saberá que as medidas aplicadas no Continente também são aplicadas na região? De que festins fala, dos quais não tenho conhecimento, apesar de viver na região? A leviandade com que emite juízos de valor perigosos só é comparável com o que lá fora dizem dos/das portugueses/as.