
Este cartoon – identificado como “Volta ao Normal” de Gerhard Haderer – é o que mais relevante vi/li nos últimos longos tempos. Bateu-me, bem! Encontrei-o no mural de Facebook de Alberto Ribeiro Lyra, um brasileiro com o qual tenho ligação desde os primórdios do FB por razões que já não lembro (conexão moçambicana?, bloguismo?), e que tem um mural magnífico, com constantes pérolas iconográficas, uma inteligência visual rejubilante. (Daqueles casos que me levam a praguejar quando ouço os patetas encartados a resmungarem contra as “redes sociais”. Pois nestas, e assumo a arrogância, cada um vê/lê/encontra o que é. E quem só encontra mediocridades é porque é um medíocre, passivo).
Avante, este cartoon bateu-me bem! Porque diz o necessário nesta fase da maldita era covidocena. E, muito mais, nesta minha fase pessoal, aguentem lá este meu quase-porno intimista. O almoço foi singelo e saboroso, endógenos alguns dos comestíveis, verde o vinho, à mesa queridos familiares consanguíneos e espirituais, o dia está soalheiro. Agora vou dar um mergulho. Depois, secar-me-ei e afixarei este arame. A enfrentar o que aí vem. Tenham cuidado comigo! (cuspo, a la Clint).
Obrigado, Lyra. Deste vida ao zombie.

Apenas uma importante correcção:
O cartoon é do extraordinário Gerhard Haderer de quem aconselho “A vida de Cristo”.
muito obrigado, vou mudar. De facto fui lerdo, googlei o autor que era apontado e nada encontrei, estranhei mas mantive a informação inicial. Deveria, como é óbvio, ter googlado por imagens….
O importante é que já está corrigido.
G. Haderer é um dos mais ácidos, dos mais acutilantes e dos mais talentosos “cartoonista” da actualidade. É imprescindível conhecer o seu trabalho. Sei que concordará comigo.
É uma vergonha confessá-lo mas não conhecia. Vou mergulhar. Muito obrigado pela corrigenda e, ainda mais, por me dar a conhecer o autor.
bateu-me forte, a parte que refere os que só encontram mediocridade nas RS. A definiçao é certeira, muito bem.
(agora vou voltar acima , a ver se a imagem já está visivel.)
Tá.
Nao sei porque mas vejo-o a praguejar contra castelos de areia. Saude pela sua saude.