Milhões de adolescentes aprenderam a nadar graças às visões magníficas desta mulher-sereia nas suas assombrosas coreografias aquáticas, filmada pelo olho mágico de Busby Berkeley. A guerra impediu Esther Williams de ganhar medalhas olímpicas em natação. Em compensação, rumou com êxito à meca do cinema. Não era uma actriz – era uma estrela digna desse nome. A rainha do technicolor jamais se apagará da memória cinéfila.


É verdade, ainda hoje ao ver a notícia da sua morte recordei imediatemente os tempos de menina, em que via os filmes da Esther Williams à tarde na televisão. Cresci a ver esses ( e outros) clássicos…
Era uma das últimas sobreviventes de um dos mais espectaculares estúdios de todos os tempos, a MGM – sobretudo com o seu inesquecível departamento musical, que produziu obras-primas incomparáveis, todas com lugar garantido na história do cinema.
Fui fã, fui tão fã com os meus 7, 8 anos. Na altura dançar na água era o mais próximo do país das maravilhas que eu tinha visto.
percebo isso muito bem, Marta. Tens bom gosto.
Também eu, em criança, ficava encantada, talvez boquiaberta, com as suas coreografias aquáticas.
Impressionantes ainda hoje, Cristina. E não havia efeitos especiais.