A nadar para a eternidade


Pedro Correia,

 

Milhões de adolescentes aprenderam a nadar graças às visões magníficas desta mulher-sereia nas suas assombrosas coreografias aquáticas, filmada pelo olho mágico de Busby Berkeley. A guerra impediu Esther Williams de ganhar medalhas olímpicas em natação. Em compensação, rumou com êxito à meca do cinema. Não era uma actriz – era uma estrela digna desse nome. A rainha do technicolor jamais se apagará da memória cinéfila.

6 comentários em “A nadar para a eternidade”

  1. É verdade, ainda hoje ao ver a notícia da sua morte recordei imediatemente os tempos de menina, em que via os filmes da Esther Williams à tarde na televisão. Cresci a ver esses ( e outros) clássicos…

    1. Era uma das últimas sobreviventes de um dos mais espectaculares estúdios de todos os tempos, a MGM – sobretudo com o seu inesquecível departamento musical, que produziu obras-primas incomparáveis, todas com lugar garantido na história do cinema.

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