Depois daquele que mata o pai e a mãe só para dizer que é órfão e depois do senhor que daqui a dez anos já não estará cá, chegou a vez da morte por afogamento a 14 metros ou a 13 metros e meio de profundidade. À escolha desde ontem.
Isto não é um discurso – é um velório. Isto não é um partido – é um túmulo. Isto não é um programa – é um obituário. Isto não é uma candidatura – é um necrotério. Isto não é uma campanha eleitoral – é um cortejo fúnebre. Isto não é uma eleição – é um enterro.

Tens razão em tudo o que argumentas, agora ao pores uma foice na mão da senhora, já acho que estás a exagerar um pouco… Já agora, um martelo completaria a ferramenta, para dar cabo de vez do TGV e dos espanhóis. A cara está na sombra, não se vê, mas diz-me, é mesmo ela?
A foice tirou-a ao Jerónimo. Afinal, foi a única vez que venceu…
Está genial, João. Vénia 🙂
A da morte por afogamento escapou-me, não dei conta, fiquei de tal maneira siderada pela hipótese do parricídio e matricídio que nem me apercebi de mais nada. Tem razão João, lá que vai ser um enterro vai, resta saber de quem. Já agora dou largas à minha morbidez, antes eles do que eu :)))
O afogamento foi anunciado ontem em Ponta Delgada. Enterro vai ser de qualquer maneira, se éste país não mudar de rumo. Antes eles do que nós, sim, mas como, quando e com quem?
Excelente, João.
Achar excelente também é mórbido, Leonor. Hehe…
Pois Luis, já é mau o suficiente a senhora abrir a boca. Se se lhe dá uma foice, então é morte certa para todos.
Espero que haja o discernimento de no dia 27 ninguém lhe oferecer a dita.
Mal por mal….
Ok, mas não sou o Luís. E não posso transmitir-lhe o recado, porque não vem assinado…
Avisar que as obras faraónicas levarão o país à falência nos próximos dez anos – como tem feito, aliás, Medina Carreira -, pelos vistos, é incómodo. Antes o plástico: Sócrates ou Passos Coelho.
Nos próximos dez anos? Quer dizer: este país chegará à falência no ano em que o tal senhor deixar de estar cá?
Isto não é um país, é um jazigo?
Devia ser, mas não é fácil conservar um jazigo numa família desavinda. A vantagem é que vão ser precisos tantos túmulos separados que ficará resolvido o imbróglio da desertificação do interior.
Se V. “tratar” do Medina Carreira, João, ofereço lugar em Agremonte. E ainda pago a trasladação pela A1 a grande velocidade.
Já tenho morada em Agramonte, mas agradeço.
(A A1 não são três? Ou quase?)
Que disparate! Não é para si. É para o Medina Carreira.
Que susto! Hehehe…
(Mas ele não faz a ninguém. Só dá umas dicas.)
Os da capital sempre ficam nos Prazeres…
:)))))
Errado. Alguns vão para o Panteão. Mas aquilo está a ficar muito chunga.
Ele e a Amália a cantarem Se Aquilo Que A Gente Sente.
… Dentro das tabuinhas, que é para não terem tentações de andar a rondar por aí.
Ou o “Povo que lavas no rio”. Muitas tabuinhas terá o povo que talhar com o seu machado…
E que tal A Cantiga da Boa Gente ao desafio?
Vamos pr’ó trabalho
logo ao clarear
e de sol a sol
vá de mourejar
tenho a vida cheia
tenho a vida boa
que Deus sempre ajuda
a quem é boa pessoa
Não invejo nada
nem quem tem dinheiro
pois p’ra trabalhar
tem-se o mundo inteiro
basta só fazer o que se é capaz
que a felicidade está naquilo que se faz
Trabalho não falta
todo o santo dia
mas o coração chega à noite e é uma alegria
Parece o hino da Fundação Nacional para a Alegria no Trabalho…
Parece que o autor passou pelo curso de “felicidade técnica” de que fala a Teresa Ribeiro, no post abaixo. Tanta alegria depos de tanto cansaço, cheira a programa de auto-ajuda…
Programa eleitoral, capítulo da auto-ajuda.
LOL. Tens razão, as campas rasas são a única solução. A terra a quem a trabalha, finalmente.
Claro. Acho que é o Paulo Portas que vai separar as terras para campas das terras para a lavoura.
Uiiii, desconfio que a distribuição vai ser um bocadinho parcial… o que vale é que os outros líderes não são muito gordos, caso contrário não sei se caberiam nos talhões que lhes vão dar!
Povo que lavras na terra…
Roubaste-me o post, João! O que aqui escreves é próprio de um perigoso esquerdista, pensei que ninguém ia abordar o assunto. Deixa-me só fazer um acrescento que me parece da maior importância:
A mulher disse que era pior morrer afogado a 14 metros de profundiadde, do que a uma distância mais funda… de 13, 5 metros.
Eu bem me parecia que ela via o mundo ao contrário. Ontem, fiquei com a certeza!
De qualquer maneira, penso que lhe devemos faze justiça. Ela promete enterrar-nos a todos por isso, ninguém pode dizer que não foi avisado…
Desculpa lá o mau jeito. Hehe…
e ainda falta aquela de as campanahs serem como os funerais: só vai quem quer .
Quem quer… e quem precisa de encosto.
Eu sei que uma pessoa com sentido de responsabilidade devia chorar depois de ler o post e os comentários tão bem rematados pelo “desmiolado”… Mas que querem…. estou a rir-me …
Que país este.
Balhamedeus!
:)))
Não se entende que isto dê para rir, Maria do Sol. Hehehe…,
E sabe que mais? Bea.
:)))
Obrigado. BEA para si, Maria.
Isto não é um post. 1U (sorry, não sei fazer o link).
É um epitáfio.
Merecia ser acompanhado com música a condizer – por exemplo, o “Epitaph” dos King Crimson – http://www.youtube.com/watch?v=BoHzjkdeb
Muito a propósito, Centenário.
João, o que falta é fazerem campanha eleitoral num cemitério…
Estão a tempo. A campanha está no princípio.
Obrigadinho ó sô João pela ajuda que dá ao Sócrates. Vocês até podiam declarar este blogue como oficial do Largo do Rato.
Não há dúvida. Ele tem sido tratado com muitos paninhos quentes aqui. Para quem se dedica a uma causa, faz-lhe falta estar mais atento e demonstrá-lo.
Cheguei aqui por acaso, através da sugestão de leitura colocada no TweetDeck. E sem dúvida tenho de reconhecer por isso voltei a sugerir a outros a mesma leitura, deste post, permitindo-me dar os parabéns ao seu autor.
Obrigado, mas olhe que o conteúdo tem autoria própria e eu não devo ficar com os louros. Hehe…
João – “boca santa” , “beiços de açucre”, à moda da minha terra – obrigada, estou consolada de tanto rir, os comentadores também são muito bons:))
Já dizia o outro – “Rir é o melhor Remédio” – nas moribundas (digo eu) “Selecções do Reader´s …”.
Bem “alembrado”, como se diz na minha terra. Rir é preciso, Maria.
Ri-me tanto ao ler que até me esqueci de comentar o post como devia. Muito bem apanhado. Muito bem mesmo. Eu gosto desta criatividade que brinca com as palavras enquanto vai dizendo …
:)))
Já foi ler ou não?
Já andei às voltas e não descobri. Ah! Espere. Acho que entendi agora de repente. Até já.
Se estou a ir ao sítio certo, não abre. Fico à espera que ele se decida a abrir.
Oh! Não faz mal. O carteiro toca sempre duas vezes, não é? Pelo menos os antigos assim faziam… ehehe
:))))
Até agora, impossível. Aguardemos.
Seguiu.
Igualmente
:)))
Ok.
Não há urgencias no Júlio de Matos ????
Haver, há, mas parece que não são urgentes…