A montanha pariu um rato


Rui Rocha,

 

E mais alguns teclados e um ou outro monitor, vá. Tirando o corte com a afundação do Magalhães, o resto são 45.600.000€ (quarenta e cinco vírgula seis milhões de euros, assim por extenso que é para não haver dúvidas) e o mais é treta. Uma farturinha. Carrega, Passos. Que o Zé está cá para aguentar mais impostos e taxas e cortes na saúde e 30 crianças dentro de uma sala de aula só para termos o gosto de ver parte do pessoal a ir de férias para a Foz do Arelho através do INATEL e para o Mário Soares poder continuar a promover umas exposições de fotografia lá na baiuca dele.

8 comentários em “A montanha pariu um rato”

  1. Parir é um verbo que bem dá vontade de utilizar cada vez mais, quando nos surgem notícias como esta:
    “Em prol da luta contra o desperdício e a ineficiência, o Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida defende que o Ministério da Saúde pode e deve limitar o acesso aos medicamentos mais caros para tratar doenças como o cancro ou a sida.

    Em entrevista à Antena 1, Miguel Oliveira da Silva, presidente deste órgão consultivo, afirma que “não só é legítimo como, mais do que isso, desejável”. “Vivemos numa sociedade em que, independentemente das restrições orçamentais, não é possível, em termos de cuidados de saúde, todos terem acesso a tudo”, diz.

    Ler mais: http://expresso.sapo.pt/porta-aberta-a-cortes-no-tratamento-do-cancro-e-da-sida=f756163#ixzz27fsZzjsq

    “vivemos numa sociedade onde não é possível todos terem acesso a tudo” diz, tranquilamente, o presidente do conselho nacional de ética para as ciências da vida.
    O que resta para além de utitizar frases com o verbo parir? Se calhar, começar a mudar a sociedade, coisa que parece não lhe passar pela cabeça.

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