A mesquinhez do ditador


jmmcc,

Lembrei-me do que anotei há tempos aqui. Não tanto pela importância isolada do caso, mas porque mostra bem o que podem ter de mesquinho os excessos de um ditador. Não admira que Mubarak esteja a sentir tanta dificuldade para largar o poder que tem há 30 anos.

8 comentários em “A mesquinhez do ditador”

    1. Não era para deixar o poder ao filho? À esquerda e à direita, as repúblicas dinásticas estão muito em voga. Como os profetas da desgraça, que preferem sempre a manutenção carinhosa e acautelada dos ditadores.

      1. Confesso não entender como podem continuar a intitular-se ‘repúblicas’ os países em que o poder é transmitido, sem eleições, de pai para filho. Países como a Síria e a Coreia do Norte. A Líbia vai pelo mesmo caminho. Ia sucedendo o mesmo à Roménia do Ceaucescu e ao Egipto do Mubarak. E também no Iémen. E no Iraque do Saddam.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *