Altermundialismo? Novos modelos de desenvolvimento? Um protesto contra as medidas de austeridade? Deixem-se de merdas: preocupei-me com a austeridade na altura própria, quando metade dos nossos pategos punha bandeirinhas à janela pela selecção nacional. O motivo que me levou ao Marquês de Pombal no dia 15 foi este.
Um Governo que recebe a família Espírito Santo enquanto discute o Orçamento de Estado é um governo que reconhece, tão bem como o anterior, a voz do dono. E se eu puder chatear, chateio.

É um Estado fraco. Um Governo fraco PORQUE não estudou.
O PSD nas larachas do “cortar-despesa” demonstra que Não Estudou.
Gostaria de saber o que andaram Macedos, Frasquilhos, Duartes, Montenegros e outros tantos a fazer durante os últimos 9 meses…porque já se percebeu que ou são burros ou andaram a dormir.
Pois constatamos que diziam mas não sabiam do que falavam…não admira que peçam conselhos aos mesmos de sempre…
Ora bom dia! O problema não é que o governo receba Ricardo Salgado. O problema é bem pior. O problema é que Ricardo Salgado não sabe escolher governos (aliás, se Ricardo Salgado soubesse governar nem se dava à demagogia de ir ele não sei onde – se bem que a desculpa tenha tido graça – e fazia como Stanley Ho, que chamava os ministros ao hotel onde estava).
Eu sou pela substituição do Ricardo Salgado, Já! (Embora ache que esteve bem ao demitir Socrates em directo na televisão. Só pecou por muito tardio).
Lol, essa história do Stanley Ho é verdadeira? Genial.
O Sr. Stanley Ho chamava Pina Moura ao hotel. spx?content_id=754251
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Interior.a
O mesmo devia fazer Ricardo Salgado se fosse um verdadeiro estadista.
Ahahah! É ina-cre-di-tá-vel.
Vai muito mal um país que chega ao ponto de comentar as visitas / recepções do seu PM….
( Sem saberem o que foi discuitido )
Muito mal vai um país em que o povoléu de bóina na mão acha que os ricos têm um direito natural a não serem escrutinados.
Só os “ricos” devem ser escrutinados?
Abaixo de “ricos” todos somos inocentes… será?
O que é um rico?
Todos inocentes, não: há quem faça parte da criadagem.
Os “ricos” não existem, são um mito urbano. Os “pobres” também não, “Portugal” idem, o “Mundo” é uma ilusão e O “AMendes” uma invenção.
A frase do dia.
“preocupei-me com a austeridade na altura própria, quando metade dos nossos pategos punha bandeirinhas à janela pela selecção nacional.”