A Lisboa de Medina (15)


Pedro Correia,

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Lisboa, Rua das Janelas Verdes

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Lisboa, Rua D. Carlos de Mascarenhas

(uma cidade “amiga dos peões”)

25 comentários em “A Lisboa de Medina (15)”

    1. Imensas situações destas pela cidade. Os peões são forçados a circular no meio da rua, fazendo ‘slalom’ entre carros e autocarros.
      Não adianta reclamar. A Câmara não responde.

  1. Faz rodar o pião redondo tudo em volta
    Atira a primavera e recupera o verão
    Terras e tempos, tudo assume esse pião
    que rodopia e rouba o chão à folha solta

    Rasga o espaço num gesto ríspido de vida
    reergue o braço a prumo, arrisca – nessa roda
    possível da maçã ao muro – a infância toda
    Tudo é redondo e torna ao ponto de partida

    “Obra Poética de Ruy Belo”

  2. Vá lá, vá lá, conseguir fotografar duas obras em que os tapumes não estão grafitados, nem têm propaganda eleitoral, não é para qualquer um.

      1. Deixe lá estar o homem sossegado, se ele saísse da câmara lá tinha você que vender a máquina fotográfica.

      2. Ele só gosta dos peões se forem rabetas. Aí pinta-lhes o chão de azul e cor-de-rosa. Os que não são rabetas até podem levar com bicicletas nas trombas e ele não se importa nada com isso. Alguns são atropelados mesmo à porta dele. Who cares.

      3. Leopedro, nem o Alex Jones se lembraria disto e diria ‘pra quê isto, ninguém morre por causa das obras nos prédios’. Já vale tudo e falta pouco para os Banons obrigarem o Moedas a atirar o além da esquerda radical com o ‘se perder foi batota na contagem dos votos’. Como é que o Moedas também entrou nesta: opiniões dos Banons e propaganda do Chegado.

          1. Provavelmente, serão as suas carências que lhe dão para estas medinices.
            Eu visionei o Pedro Marques Lopes e lembrei-me do João Gomes Almeida.

  3. Gosto, dá a cidade uma rusticidade de estar sempre numa dinâmica continua. Os portugueses trabalham e os transeuntes e turistas tiram fotografias para mostrar que estamos sempre a laborar.

  4. Em defesa da justiça: é possível ver nas imagens que foram pintadas passadeiras provisórias para que os peões possam contornar a obra com segurança recorrendo ao passeio do outro lado da estrada. Parece ser a melhor solução, dadas as circunstâncias.
    Claro que, em se tratando de peões lisboetas, nunca seria de esperar que entendessem o que é suposto fazerem, ou que simplesmente respeitassem o que lhes é pedido, para sua própria segurança…

  5. Muito bem Pedro Correia, a mostrar uma Lisboa sempre em evolução para melhor. As obras são necessárias, com Passos estaria em vez do estaleiro um passeio e prédio degradados.
    Obrigado futuro PM Medina

  6. Esse sinal de trânsito devia ser abolido.
    O homem e a mulher têm de ser do mesmo tamanho. Esse sinal demonstra a subalternidade da mulher perante o patriarcado.

  7. O que vejo nas fotos é a ausência de corredores pedonais devidamente protegidos para encaminhamento de peões. Não será necessário recuar muitos anos para verificar isso em obras anteriores. Se calhar os pedidos de Ocupação de Via Pública vão para o mesmo e-mail para onde seguiu o parecer da PSP sobre os festejos do Sporting.

  8. E pronto … O Medina é mau …. O Medina é mau …. O Medina é mau … e até é do Benfica. É muita coisa para antipatizar.

    No post anterior foram os cabos de comunicações em prédios antigos que já existiam como solução antes do Medina e vão continuar depois do Medina, porque os prédios são antigos e quem lá habita precisa de comunicações.

    Qual é a solução sugerida? … Pois … louro prensado enrolado, por vezes a automedicação é o mais indicado.

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