Isto não é aceitável – quando me enviaram um filme com isto julguei que era manipulação. E dizer que os habitantes entram pelas portas do outro lado (ou que as habitações são de uma corporação para-militar), a justificar o injustificável, ainda é pior
Em tempos havia necessidade de abrir o “gavetão” do desastre de Camarate para efeitos eleitorais, agora o simplório senhor engenheiro administrador de Fundações e consultor de imobiliárias tem necessidade de atirar com o Sócrates que nem os outros com o Passos que é mais moderno em fugas de impostos.
Olhando para a caríssima “requalificação” desta calçada, qualquer um pensa logo nos pardieiros projectados pelo “arquitecto” Sócrates. Tem a mesma traça.
O Movimento Parque Verde (MPV) analisou e discutiu o projecto da Câmara Municipal da Figueira da Foz (ver detalhes aqui) para a requalificação do Jardim Municipal da cidade, “uma obra orçamentada em 800 mil euros, a segunda intervenção em menos de 15 anos, num investimento total de quase 2 milhões de euros. São cerca de 10 mil euros por mês. Este é um valor muito elevado dadas as carências do concelho em termos de desenvolvimento sustentável, independentemente da origem do financiamento ou das verbas”.
Metade da verba deve ter sido gasta nos cartazes usados para rodear a obra e que “explicam” a mesma. Uma mistura de Eça com Pedro Guerra. O ex-libris é mesmo o coreto, há uns anos o “velhinho” foi substituído por uma pala topo de gama (proveniente da mente de um qualquer arquitecto de excelência), mas que contra todas as previsões não serve para nada.
Pois, sem dúvida que dariam. Mas como era o passeio, então? Tinha ali uns degraus? Ou quê? Eu não sei. Mas, se o passeio tivesse degraus (e isto é somente um “se”), então sem dúvida agora está melhor, pois está mais transitável por peões e deficientes.
Mas, se o passeio tivesse degraus (e isto é somente um “se”), então sem dúvida agora *ESTARIA* melhor, pois *ESTARIA* mais transitável por peões e deficientes.
Vá que não foi tudo abaixo e vendido a uma imobiliária para um condomínio de luxo. Sabe-se lá, com 56 post de conversa de por o assunto à baila para um ‘ainda bem que falam nisso’.
Mas há alguma dúvida de que esta sacanice de obra só foi feita porque as casas estão marcadas para ir abaixo? O património do Estado está a saque: liquidação total. A única incógnita é saber qual o vereador (ou familiar) a quem vai tocar a prebenda.
A imagem é uma metáfora para a vida política portuguesa. E a resposta de Medina “Informo que as casas são da GNR, estão desocupadas e a entrada é pelo outro lado, pelo pátio do quartel”, no Twitter, definem com absoluta clareza e exactidão o estado de estupidez natural das justificações que vão sendo dadas pelas entidades públicas.
Os portugueses face a um paradoxo destes, bem capazes seriam de resolver arranjar um escadote – uma burra – para trepar a casa e assim viver o dia-a-dia. Aliás, é assim que sobrevivemos: a trepar à burra para conseguir chegar a ter vida no meio deste entulho que nos governa e administra.
Não há estupidez nenhuma. Se as casas pertencem à GNR – isto é, ao Estado – e estão atualmente desocupadas, então não há qualquer problema em remodelar as casas, instalando nelas uma escada interior, tal como aparentemente o Estado (a GNR e/ou a Câmara) tenciona fazer. Entre haver uma escada dentro das casas e haver uma escada no passeio público, penso que é preferível a primeira opção, que foi a adotada. A diferença é que uma escada dentro das casas só afeta os ocupantes das casas (que, pelos vistos, atualmente não são nenhuns), e uma escada no passeio público afeta todos os transeuntes que por ali passam. Incluindo, quiçá, alguns que transitam com carrinhos de bebé, ou em cadeiras de rodas.
Nem sei bem que responda, por saber que face ao que escreveu não vale a pena, mas cá vai a tentativa inglória: não ajustar o planeamento da construção destas casas, passeio e rua entre si é surreal. Esta imagem é a decorrência lógica da falta de contestação dos portugueses face às completas incompetências que todos os dias vemos nas obras públicas em que se gastam rios de dinheiro por mau planeamento – veja-se o caso dos levantamentos constantes dos pavimentos. Se aceitarmos tudo daqui a nada temos casas com o traçado da via desenhado na fachada e o Balio a dizer que é esteticamente muito bonito. A justificação dada por Medina é surreal, tal como a passividade dos lisboetas face ao absurdo. Que o Balio e muitos dos que votam no Medina – que pinta as ruas às cores infantis, fornece dados de cidadãos estrangeiros aos estados autoritários de onde provêm (sei, vem já aí alguém com a justificação de que o Presidente da Câmara não sabe de tudo o que se passa) e se vai demarcando dos, no passado, tão amados compinchas de partido à medida que se tornam incómodos -, não consigam perceber é só a triste sina do país.
Errado, cara Isabel: eu nunca votei em Medina no passado e não tenciono votar nele daqui a um mês. Sendo um membro da Iniciativa Liberal, votarei no candidato desse partido.
” e uma escada no passeio público afeta todos os transeuntes que por ali passam. Incluindo, quiçá, alguns que transitam com carrinhos de bebé, ou em cadeiras de rodas. “
Com aquela largura e declive o passeio deve ser um perigo e o poste no meio nem uma pessoa deve deixar passar em segurança. O problema de Lisboa é que tem muitos lisboetas, venham para a província.
Projecto piloto mesmo. Se subirem mais as portas, relativamente às calçadas, só se consegue sair dali de pára-quedas (palavra que em acordês passou a significar o oposto, “paraquedas”).
Espero que publique este comentário. Se se der ao trabalho de referir que esta palhaçada teve e ver com as obras de requalificação da Calçada da Ajuda, retirar as linhas dos eléctricos, o piso da calçada ficaria, sempre, numa cota inferior. Estas casas são do Estado e estão destinadas, há anos, à GNR mudar de fardamento e alguma pernoita necessária. Não vive lá ninguém e é utilizada a entrada pelas traseiras. Veja o Google Earth 2018 e vê o motivo da palhaçada. Agora apenas têm de ser disfarçadas as portas passando a janelas e está o “seu” problema resolvido. Mas você sabe disto tudo quer é arranjar motivo de palhaçada eleitoral.
Refere-se a quê? Às obras de requalificação do Palácio da Ajuda e “reabilitação do espaço público” envolvente, que em 2016 tinham um custo avaliado em 15 milhões de euros e cinco anos depois tinham subido para mais do dobro? https://www.dn.pt/artes/palacio-da-ajuda-vai-ser-acabado-222-anos-depois-5395801.html https://www.idealista.pt/news/imobiliario/construcao/2021/06/11/47686-nova-ala-do-palacio-da-ajuda-concluida-226-anos-depois-e-museu-do-tesouro-abre-em
Você chama a isto “palhaçada”. É pouco. Merece um nome muito pior. Que não lese a honra dos palhaços.
Mais valia terem gastado mais um bocadinho de dinheiro para eliminar aquelas portas e repintar as paredes das casas até ao novo passeio. Ficava sem esta vista ridícula e sem motivos para a oposição a Medina fazer esta campanha palerma.
balio, vá que não lhe azularam o seu lógico comentário. No início deste mês, o observador da treta e a tvdesastres noticiaram o isto não se faz a uma grávida, a um idoso, a um inválido e a uma mãe com carrinho de bébe. Mas, já há muitos anos que os GNRs entravam pelas traseiras disse um morador local. Piiiiiim!
Qualquer leitor do Delito de Opinião, mesmo que não goste do Medina nem um bocadinho, entede que o que faltou a este caricata situação foi pura e simplesmente tranformar as portas em janelas, já que, até anteriormente, era utilizado o acesso às casas pelas traseiras. Mas, vale tudo não vá o chega apanhar as canas.
Coisa gira: anónimos a fazer comboiozinho, rebocando-se uns aos outros. No trem camarário. Deviam ir viver para o “condomínio” da Ajuda, com “entrada pelas traseiras” – seja lá o que isso for.
O estulto controleiro de serviço vem para aqui convencido de que ninguém é capaz de compreender o que significa uma habitação perder a sua entrada principal, a única aberta para a via pública. Acaba fazendo figura de pailasson.
Leopedro, 56 comentários na grande maioria com larachas, incluindo os seus. Então para que serviu isto? Não acredito que seja para obrigar os vários candidatos às próximos eleições para a autarquia falar sobre este assunto. E se um dos candidatos disser: tantos problemas para resolver em Lisboa e você vem falar sobre as portas dumas casas que nem sequer tinham serventia.
Uma ministra já anunciou que vai atribuir prioridade para habitações de filhos de funcionários públicos em Lisboa. Podem instalar alguns desse rebentos aqui, na Urbanização Medina.
Esta é daquelas imagens que se recebia por email, com a legenda de pertencer a um daqueles países africanos lá do 3º mundo ou uma das ex-repúblicas soviéticas em que os engenheiros às 10 já emborcaram meia garrafa de vodka. E o pessoal ria, e passava aos amigos, com o título “ainda falam mal de Portugal”. Em 2021 é normal e até tem justificação.
Óptimas para acolher afegãos: já estão habituados aos saltos nas montanhas…
E assim ficam mais entrincheirados. Casas à prova de assaltos. Desencorajam qualquer ladrão que queira entrar.
Isto não é aceitável – quando me enviaram um filme com isto julguei que era manipulação. E dizer que os habitantes entram pelas portas do outro lado (ou que as habitações são de uma corporação para-militar), a justificar o injustificável, ainda é pior
Para formar futuros campeões olímpicos. Assim treinam salto em altura.
(Também pensei que fosse tanga. Mas fui lá e vi – e fotografei.)
Consta que Medina não só aprovou, como projetou, assentou o tijolo e aplicou o reboco. Tudo ele.
Aliás, ontem era vê-lo a grafitar a Rua Augusta.
Isto parece mais um daqueles projectos do Sócrates para o amigo autarca lá na Cova da Beira.
Em tempos havia necessidade de abrir o “gavetão” do desastre de Camarate para efeitos eleitorais, agora o simplório senhor engenheiro administrador de Fundações e consultor de imobiliárias tem necessidade de atirar com o Sócrates que nem os outros com o Passos que é mais moderno em fugas de impostos.
Olhando para a caríssima “requalificação” desta calçada, qualquer um pensa logo nos pardieiros projectados pelo “arquitecto” Sócrates.
Tem a mesma traça.
Como é que isto é aprovado, vai sendo feito e ninguém dá por nada…
Esta arquitectura futurista tem óbvias vantagens. Eis uma: nenhum cão vadio mija na porta por mais que alce a pata.
Entretanto na província
O Movimento Parque Verde (MPV) analisou e discutiu o projecto da Câmara Municipal da Figueira da Foz (ver detalhes aqui) para a requalificação do Jardim Municipal da cidade, “uma obra orçamentada em 800 mil euros, a segunda intervenção em menos de 15 anos, num investimento total de quase 2 milhões de euros. São cerca de 10 mil euros por mês. Este é um valor muito elevado dadas as carências do concelho em termos de desenvolvimento sustentável, independentemente da origem do financiamento ou das verbas”.
https://www.facebook.com/pg/FigueiraNaHo ra/photos/?tab=album&album_id=1741553135989068
Metade da verba deve ter sido gasta nos cartazes usados para rodear a obra e que “explicam” a mesma. Uma mistura de Eça com Pedro Guerra.
O ex-libris é mesmo o coreto, há uns anos o “velhinho” foi substituído por uma pala topo de gama (proveniente da mente de um qualquer arquitecto de excelência), mas que contra todas as previsões não serve para nada.
Tinha de haver uma explicação para parecerem desesperados por querer o Santana Lopes de volta.
Não explica mas ajuda a explicar
Kafkiano.
Parece um quadro surrealista…
Mais uma atracção turística.
Já vi várias pessoas a fotografar, tal como eu fiz. Quase tão icónica como a aldeia dos macacos.
Seria útil saber como era antes da requalificação.
provavelmente as portas davam para o passeio…
Pois, sem dúvida que dariam. Mas como era o passeio, então? Tinha ali uns degraus? Ou quê?
Eu não sei. Mas, se o passeio tivesse degraus (e isto é somente um “se”), então sem dúvida agora está melhor, pois está mais transitável por peões e deficientes.
O Lavoura 1 continua incapaz de usar o Google.
Há aí uns erros
Mas, se o passeio tivesse degraus (e isto é somente um “se”), então sem dúvida agora *ESTARIA* melhor, pois *ESTARIA* mais transitável por peões e deficientes.
Assim, sim.
Com degraus as pessoas não passavam
A rua estava mais elevada. O passeio estava ao nível das portas.
Aquilo foi uma intervenção de doidos. Literalmente.
Está certo, então? São obras de requalificação. Fecha-se uma porta, abre-se uma janela.
Talvez seja mais fácil entrar pela janela.
Há quem goste mais de barracas com parabólica.
E há quem não se importe de dar barraca. Como o “pai” destes belos edifícios, enfim “reabilitados” e muito funcionais.
Vá que não foi tudo abaixo e vendido a uma imobiliária para um condomínio de luxo.
Sabe-se lá, com 56 post de conversa de por o assunto à baila para um ‘ainda bem que falam nisso’.
Podia ter sido transformado em “alojamento local” – a especialidade deste autarca.
Encheu Lisboa de ciclovias e de “alojamentoe locais”.
Mas há alguma dúvida de que esta sacanice de obra só foi feita porque as casas estão marcadas para ir abaixo? O património do Estado está a saque: liquidação total. A única incógnita é saber qual o vereador (ou familiar) a quem vai tocar a prebenda.
A imagem é uma metáfora para a vida política portuguesa. E a resposta de Medina “Informo que as casas são da GNR, estão desocupadas e a entrada é pelo outro lado, pelo pátio do quartel”, no Twitter, definem com absoluta clareza e exactidão o estado de estupidez natural das justificações que vão sendo dadas pelas entidades públicas.
Os portugueses face a um paradoxo destes, bem capazes seriam de resolver arranjar um escadote – uma burra – para trepar a casa e assim viver o dia-a-dia. Aliás, é assim que sobrevivemos: a trepar à burra para conseguir chegar a ter vida no meio deste entulho que nos governa e administra.
Não há estupidez nenhuma. Se as casas pertencem à GNR – isto é, ao Estado – e estão atualmente desocupadas, então não há qualquer problema em remodelar as casas, instalando nelas uma escada interior, tal como aparentemente o Estado (a GNR e/ou a Câmara) tenciona fazer.
Entre haver uma escada dentro das casas e haver uma escada no passeio público, penso que é preferível a primeira opção, que foi a adotada. A diferença é que uma escada dentro das casas só afeta os ocupantes das casas (que, pelos vistos, atualmente não são nenhuns), e uma escada no passeio público afeta todos os transeuntes que por ali passam. Incluindo, quiçá, alguns que transitam com carrinhos de bebé, ou em cadeiras de rodas.
Nem sei bem que responda, por saber que face ao que escreveu não vale a pena, mas cá vai a tentativa inglória: não ajustar o planeamento da construção destas casas, passeio e rua entre si é surreal. Esta imagem é a decorrência lógica da falta de contestação dos portugueses face às completas incompetências que todos os dias vemos nas obras públicas em que se gastam rios de dinheiro por mau planeamento – veja-se o caso dos levantamentos constantes dos pavimentos. Se aceitarmos tudo daqui a nada temos casas com o traçado da via desenhado na fachada e o Balio a dizer que é esteticamente muito bonito.
A justificação dada por Medina é surreal, tal como a passividade dos lisboetas face ao absurdo.
Que o Balio e muitos dos que votam no Medina – que pinta as ruas às cores infantis, fornece dados de cidadãos estrangeiros aos estados autoritários de onde provêm (sei, vem já aí alguém com a justificação de que o Presidente da Câmara não sabe de tudo o que se passa) e se vai demarcando dos, no passado, tão amados compinchas de partido à medida que se tornam incómodos -, não consigam perceber é só a triste sina do país.
o Balio e muitos dos que votam no Medina
Errado, cara Isabel: eu nunca votei em Medina no passado e não tenciono votar nele daqui a um mês. Sendo um membro da Iniciativa Liberal, votarei no candidato desse partido.
Agradeço-lhe a franqueza, Caro Balio.
Errata: onde está “não ajustar o planeamento da construção” leia-se não ajustar o planeamento da requalificação.
” e uma escada no passeio público afeta todos os transeuntes que por ali passam. Incluindo, quiçá, alguns que transitam com carrinhos de bebé, ou em cadeiras de rodas. “
Com aquela largura e declive o passeio deve ser um perigo e o poste no meio nem uma pessoa deve deixar passar em segurança.
O problema de Lisboa é que tem muitos lisboetas, venham para a província.
WW
“Aliás, é assim que sobrevivemos: a trepar à burra para conseguir chegar a ter vida no meio deste entulho que nos governa e administra.”
Na mouche!
Ora aí está uma excelente ideia para quem queira sair por aquelas portas: montar na burra.
Obliterou a “massa cinzenta” desde que entregava bilhas de gás no 1º confinamento !

A.Vieira
Isto foi a pensar na nova geração de eléctricos, com dois andares.
E nos fabricantes de escadotes. Se a moda pega, terão aqui uma excelente oportunidade de negócio.
A Câmara promete instalar elevadores públicos.
Terão melhor vista que o de Santa Justa.
Agora percebe-se, melhor que nunca, porque é que se chama Calçada da Ajuda.
Com a requalificação devia ser alterado o nome Calçada da Ajuda para Ajuda na Calçada.
Os portugueses estão obesos e praticam pouca actividade física.
Este é um projecto piloto para alterar isso.
Projecto piloto mesmo. Se subirem mais as portas, relativamente às calçadas, só se consegue sair dali de pára-quedas (palavra que em acordês passou a significar o oposto, “paraquedas”).
Espero que publique este comentário.
Se se der ao trabalho de referir que esta palhaçada teve e ver com as obras de requalificação da Calçada da Ajuda, retirar as linhas dos eléctricos, o piso da calçada ficaria, sempre, numa cota inferior.
Estas casas são do Estado e estão destinadas, há anos, à GNR mudar de fardamento e alguma pernoita necessária. Não vive lá ninguém e é utilizada a entrada pelas traseiras.
Veja o Google Earth 2018 e vê o motivo da palhaçada. Agora apenas têm de ser disfarçadas as portas passando a janelas e está o “seu” problema resolvido. Mas você sabe disto tudo quer é arranjar motivo de palhaçada eleitoral.
Refere-se a quê? a-vai-ser-acabado-222-anos-depois-539580 1.html io/construcao/2021/06/11/47686-nova-ala-d o-palacio-da-ajuda-concluida-226-anos-de pois-e-museu-do-tesouro-abre-em
Às obras de requalificação do Palácio da Ajuda e “reabilitação do espaço público” envolvente, que em 2016 tinham um custo avaliado em 15 milhões de euros e cinco anos depois tinham subido para mais do dobro?
https://www.dn.pt/artes/palacio-da-ajud
https://www.idealista.pt/news/imobiliar
Você chama a isto “palhaçada”.
É pouco. Merece um nome muito pior. Que não lese a honra dos palhaços.
Mais valia terem gastado mais um bocadinho de dinheiro para eliminar aquelas portas e repintar as paredes das casas até ao novo passeio. Ficava sem esta vista ridícula e sem motivos para a oposição a Medina fazer esta campanha palerma.
Você pode copiar o modelo e aplicá-lo à sua própria casa. Depois verá quem é palerma.
balio, vá que não lhe azularam o seu lógico comentário.
No início deste mês, o observador da treta e a tvdesastres noticiaram o isto não se faz a uma grávida, a um idoso, a um inválido e a uma mãe com carrinho de bébe.
Mas, já há muitos anos que os GNRs entravam pelas traseiras disse um morador local.
Piiiiiim!
Qualquer leitor do Delito de Opinião, mesmo que não goste do Medina nem um bocadinho, entede que o que faltou a este caricata situação foi pura e simplesmente tranformar as portas em janelas, já que, até anteriormente, era utilizado o acesso às casas pelas traseiras.
Mas, vale tudo não vá o chega apanhar as canas.
Coisa gira: anónimos a fazer comboiozinho, rebocando-se uns aos outros. No trem camarário.
Deviam ir viver para o “condomínio” da Ajuda, com “entrada pelas traseiras” – seja lá o que isso for.
O estulto controleiro de serviço vem para aqui convencido de que ninguém é capaz de compreender o que significa uma habitação perder a sua entrada principal, a única aberta para a via pública. Acaba fazendo figura de pailasson.
Pelo menos não tem graffitis
Pedro Cunha
Eheheh. Esta ainda não. Está pintadinha de fresco.
Leopedro, 56 comentários na grande maioria com larachas, incluindo os seus.
Então para que serviu isto?
Não acredito que seja para obrigar os vários candidatos às próximos eleições para a autarquia falar sobre este assunto.
E se um dos candidatos disser: tantos problemas para resolver em Lisboa e você vem falar sobre as portas dumas casas que nem sequer tinham serventia.
Experimenta coçar. Talvez te alivie a micose.
Nas pequenas coisas se vêem as grandes !
Mas acho que um anónimo aí para trás é que já disse tudo…
WW
Deve ter sido o anónimo que adora entrar pelas traseiras.
Podem ser casas oferecidas a filhos dos funcionários do PS. Eles estão acima de toda a gente.
Uma ministra já anunciou que vai atribuir prioridade para habitações de filhos de funcionários públicos em Lisboa.
Podem instalar alguns desse rebentos aqui, na Urbanização Medina.
Esta é daquelas imagens que se recebia por email, com a legenda de pertencer a um daqueles países africanos lá do 3º mundo ou uma das ex-repúblicas soviéticas em que os engenheiros às 10 já emborcaram meia garrafa de vodka. E o pessoal ria, e passava aos amigos, com o título “ainda falam mal de Portugal”.
Em 2021 é normal e até tem justificação.
É tão normal que até está a dois passos da nova sede do Governo.
E tudo indica que vamos ter mais quatro anos disto… novamente por opção da auto-denominada oposição.