14 comentários em “A linha azul”

          1. Esqueça o TGV, porque ao ritmo, que pedimos dinheiro e já de mão estendida. Dificilmente conseguiremos pôr essa máquina a serpentear pelo arvoredo, tão fustigado pelos incêndios de mãos criminosas.
            Só se no meio da pedincha, vieram os milhões para essa máquina voadora chegar a Espanha com meia dúzia de gatos emproados, assistirem ao show dos portugueses que acamparam no Bernabéu no mínimo por quatro anos.

          2. O problema, meu caro, é que o TGV não existe, mas tem circulado à velocidade estonteante de muitos milhês. É só fazer as contas aos consecutivos projectos e consecutivas alterações a projectos consecutivamente lançados.

  1. Eu gostaria de sugerir, ainda em homenagem ao nosso querido ministro, uma trend de posts sobre “train movies”.

    Não sei porquê, encontro muito sugestivos, a nivel socretino, títulos como “The Train Robbers” (1973) ou “The Money Train” (1995).

    Também daria azo a interessantes comentários o “The Runaway Train” (1985); mas como se trata de um dos filmes da minha vida, não estou para denegrir a categoria desta película…

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