
Are we witnessing the end of the Golden Age of Chinese Diplomacy?
“Chinese diplomacy is dying, in full public view. It is starting to no longer focus on external audiences, cultivating friends and opening doors, and is instead becoming an appendix of China’s propaganda apparatus, focusing on domestic audiences.”
Um texto muito interessante vindo de um analista fora do mainstream habitual.

A diplomacia chinesa é agora que vai ter de começar. Se não começar agora terão de voltar a chamar o Mao para fazer uma revolução que nada revolucionará.
O Trump soube pô-los na ordem, e irá mais longe. Nesta medida ele, Trump, cumprira a promessa: “Make America great again”.
Há quem se foque nos maneirismo de Trump e pouco analise o que tem feito, e bem. Mas isso é conversa para feministas de vão de escada como Pelosi e Hillary.
Se o Sérgio reparou, uma vez mais os democratas, estupidamente, tiraram o candidato mais bem colocado e melhor preparado para oferecer uma alternativa, isto é: Bernie Sanders.
O partido democrata americano, com Hillary e esta Pelosi, quiseram cavalgar os “rumores” de um período que já morreu. A alternativa para eles é poder, sem saber o que fazer com ele.
Está bem que os chineses estão a ficar menos diplomáticos, mas isso é porque os americanos também o ficaram antes deles. Os chineses somente estão a começar a imitar a forma pouco diplomática de os EUA atuarem.
Há 2 erros básicos neste “post” do Sérgio de Almeida Correia (SAC): UM refere-se ao que é, em pleno, da sua responsabilidade quando nos tenta impingir que um tipo (o Andrei Lungu) que porque escreve no South China Morning Post (que até é um verdadeiro jornal “mainstream” de Hong Kong) é um «um analista fora do mainstream habitual» – porquê? Bom, ele até nem nos explica mas a questão essencial aqui, apenas se resume à de que o que será que o SAC quis dizer (no seu evidente pleonasmo!) com “mainstream habitual”?!?; e DOIS, porque raio é que ele “descobre” algo de “muito interessante” num artigo que definitivamente, até parte da (falsa) premissa de que a diplomacia chinesa deixou apenas recentemente, de «starting to no longer focus on external audiences, cultivating friends and opening doors, and is instead becoming an appendix of China’s propaganda apparatus, focusing on domestic audiences»…Será que ele esqueceu que ela, desde há pelo menos uma década, se tem revelado como um verdadeiro agressivo tigre «focusing on domestic audiences», pelo menos no que toca à chantagem no que diz respeito a, por exemplo, recorrer às estatísticas dos números de BMWs, Ferraris, e etc, que o seu país avidamente vai comprando… em troca de “tudo” o que até os possa “incomodar”. Sim, é evidente que a Merkel nem deixou de abordar, em paleio da treta, a questão dos direitos humanos… falou ela das ilhas-artificiais que simbolizam as aspirações imperialistas da China? Não! Nunca!
Mas creio que mais evidente até é que há sempre quem descubra, no “post” do SAC que a bravata do Trump até tem surtido efeitos surpreendentes («O Trump soube pô-los na ordem, e irá mais longe.» – https://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/a-l er-11552457?thread=93157577#t93157577). Sim, até estamos apenas a lidar com um confesso não-admirador do Trump (como todos os “tugas” que sempre acabam por lhe descobrir umas “verdades” – «Nesta medida ele, Trump, cumprira a promessa: “Make America great again”…” É evidente que sim, pelo menos se considerarmos o “ranking” dos EUA nas habituais listas de infectados e morto do Covid-19). Uma questão básica para eles: quantas daquelas ilhas-artificiais que os chineses criaram, sorrateira e pacientemente, até já foram abandonadas desde que o Trump os “pôs em ordem”? Claro, nenhuma mas o essencial é até a basófia do «Now, if you did, what would happen? You’d save $500bn»! Hmmm, todos os “tugas” até deveriam saber onde é que uma política do tipo “orgulhosamente sós” nos levam… tirando isso, é evidente que todo este paleio do Trump, quando lhe recordarem o que vai “custar” aos interesses da sua família, ele até vai amansar, e se ele não quiser ouvir a filha e o genro, vai ter de obrigatoriamente ouvir todos os que tornam uma mera evidência do que o que «Make America great”, sem o estúpido “again” acoplado, até continua a ser, por exemplo, que o maior fabricante de máscaras faciais – esse precioso bem nos tempos que correm! – embora esteja na China até apenas é “yankee”! Mas evidentemente, o “Vento” até está convencido, mesmo até ao contrário do que o Trump até sabe, que os «$500bn» de ele falam não são de “ajuda humanitária”
Não há uma política do orgulhosamente sós, na América. Mas Trump impingiu-lhes, aos chineses, as tarifas que hoje estão a subsidiar os agricultores americanos; e ainda ganha com a venda da soja à China. Chama-se a isto curar a ferida com o pêlo… (passe a expressão e sem ofensa).
Por outro lado, sim, as ilhas artificiais estão lá e irão permanecer, porém o equilíbrio está a ser gerado com o aumento da frota de guerra nipónica e com a autorização do regresso à construção dos porta-aviões por parte do Japão. Para quê chatices sobre isto se existirá sempre oportunidade de os neutralizar?
Sobre o ranking americano na Covid, conhece porque eles destacam o seu ranking. O que sabe sobre o ranking da China? Não obstante, até mesmo para contrariar a propagação da doença os americanos, incluindo nesta estatística a Coreia do Sul, que dizem estar bem posicionada, é o país que mais testa e com a maior quantidade neste momento.
Em Portugal, tivemos a intuição de Marcelo e a sua inteligência para conter o bicho, mesmo com a OMS sem fazer nada e tê-lo feito tardiamente, no caso americano e em outros.
Assim, meu caro, e adicionalmente, ele injectou neste momento 2 Triliões (números americanos) para superar o período, e garantiu a injecção de outro tanto logo que venha a revelar-se a necessidade.
Acresce a isto que a América garantiu (no prazo de menos de 1 mês) a fabricação de ventiladores em seu território para suas necessidades e até os exporta, com muita mais qualidade. Isto é obra para quem a sabe fazer.
Adicionalmente, como estava bem posicionado na política económica, o dólar voltou a ser a moeda de refúgio e de referência e a mais valorizada. Mas não só isto determina o estado da economia que ele soube criar; este estado reflecte-se também no facto dos USA poderem conviver quer com o dólar em alta quer com ele em baixa. cia-tarifa-adicional-de-5-sobre-produtos-c hineses-em-nova-escalada-de-guerra-comer cial/ era o que se dizia. Porém nada disto aconteceu e a América continua great, e again, face a esta questão.
Isto https://www.moneytimes.com.br/trump-anun
Concluindo, o acordo USA/Rússia/Arábia Saudita sobre o petróleo, que começou a vigorar a partir de 1 Maio, foi outra receita adicional para os engrandecer ainda mais (great again); e à Rússia também e Arábia Saudita.
Portanto, eles vão recuperar bem mais rápido que todos os outros e com a vantagem de que o regresso dos “Blue-collar workers” está garantido.
Vivem na mesma sem a “educada” diplomacia.
Quando tudo isto que assola o mundo não passar de uma recordação, veremos qual é a economia que ri.