A ler


Sérgio de Almeida Correia,

“A negligência e a arbitrariedade com que se trata a língua e a escrita são o primeiro sinal da decadência de uma cultura e de uma nação.” – Guilherme Valente, Público, 13/05/2016

 

Tenho muitas e antigas discordâncias com o Guilherme Valente, mas no que diz respeito à defesa da língua portuguesa estamos no mesmo barco. Por isso, só posso aconselhar a leitura e a reflexão sobre o que ele escreveu na edição de hoje do Público. 

 

0 comentários em “A ler”

  1. Bom dia, caro Pedro Correia,

    Que excelente proposta de leitura para esta sexta-feira.

    Os intelectuais do establishment, que ocupam páginas de jornais com tiradas a roçar o ridículo, horas de debates televisivos, tantas vezes estéreis, por favor descaçam à terra e percebam que não se pode mudar a grafia de uma língua por decreto, só porque se fica bem na foto de família.

    Então, quando a própria CPLP não têm uma grafia única, porquê impor português do Brasil ao português de Portugal, que é a língua mater, quando deve ser o nosso português a servir de matriz?

    Os países em que o inglês é lingua oficial têm alguma AO entre si?

  2. A citação com que abre o post não poderia ser mais verdadeira.
    No entanto, a fundamentação que o texto original desenvolve a seu respeito é muito marginal.
    E a relação estabelecida com o AO, para além de marginal, é muito forçada.
    Continuo convicto de que o AO, em termos estritamente linguísticos, não aquece nem arrefece.
    Os acérrimos combatentes do AO dos dois lados da barricada são igualmente preconceituosos.
    Antes dirigissem a sua energia raivosa contra os inúmeros, correntes e generalizados erros de sintaxe.
    Esses, sim, desorganizadores do pensamento.

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