Disseram-lhe que tinha de ir ver. Que era uma instalação belíssima. Manuela, que ambicionava ser uma mulher culta, foi. Não viu nada. Apenas uns ferros no meio de uma sala, que deviam ter ficado ali para serem arrumados. Saiu.
Mas voltou atrás para pedir ao empregado do museu que lhe dissesse onde estava a instalação. E o empregado apontou-lhe o monte de ferros no meio da sala. Ela educadamente agradeceu e sorriu. Estava mais culta…

Um bocado forçado, a roçar o popularucho, não acha?
O Caminhante lá saberá o que é popularucho!
Caminhante, permita-me fazer uma pergunta: por acaso não é um clone do Luís Lavoura?
Esse feitio não me é estranho, e como ele tem andado arredado aqui das lides comentaristas, olhe, pensei. Há pessoas que pensamos já as vimos em qualquer parte.
Meu querido Tufão está a precisar de descomprimir, não está?
Chega-lhe uma Brisa, ou precisa de uma Lufada?
Moínhos de Vento
Muito obrigado, brisasinha. Mas que parece, lá isso parece.
A melhor instalação que não vi, mas li, foi aquela em que a empregada de limpeza deitou no lixo. O “artista” queria que o público interagisse com aquilo que “parecia” lixo. A empregada fez-lhe a vontade. icia/empregada-de-limpeza-envia-para-o-l ixo-obras-de-arte-1625836
http://www.publico.pt/culturaipsilon/not
Nem tudo o que são ferros amontoados mais cascalho mais lixo puro representam
uma instalação artística.Ah mas se o/a instalador/a diz que sim a gente tem que concordar,palavra de artista.
Ferros… Por acaso não está a referir-se aquele mamarracho erigido pela artista do regime no Portugal dos Pequeninos em Coimbra?
Tente entender HSC: a autoria da instalação a que foi a Manuela, é minha, e tenho-lhe dedicado toda a minha vida.
Eu bem desconfiei. Vou tentar avisar a Manuela que decerto ficará impressionada com a confissão do autor…
-:))