É a extensão das classes sociais marxistas, às raças, ao sexo etc…somos só parte de um grupo, não há pessoas. Totalmente contrário à célebre frase de Martin Luther King. É um mecanismo para ganhar poder e votos e funciona logo não é estupidez para quem o aplica quando se tem os jornalistas a apoiar e criar essa narrativa. Desta vez teve alguns engulhos.
“Esses não são latinos, são europeus. Tal como os brancos nascidos em África e naturalizados americanos não são afro-americanos.” Segundo a narrativa éramos parte de uma minoria “racial-marxista” nos EUA ainda há uns meses, mas em face dos resultados já não deveremos ser. Mas tudo depende se no momento o Partido Democrata quer, precisa do apoio de determinado grupo ou não.
lucklucky
Lá vem o chavão.
O Biden é um marxista disfarçado, nunca me enganou.
O Prof. Fergus Karamba Filho, o tal do Colégio das Imperiais cujo consumo viral iria fazer milhões de mortos nuns sítios, centenas de milhares noutros e 85 000 mortos entre os suecos na ausência de confinamento, enveredou posteriormente pelas previsões dos números do Euro Milhões, tendo profetizado, dessa feita correctamente, que números acima de 100 não iriam sair nos próximos tempos.
Motivado pela certeza destas últimas previsões, procedeu a algumas adaptações no seu modelo de bola matemática de cristal para gerar profecias dos resultados das eleições presidenciais americanas, tendo colocado o código do programa em versão beta à minha disposição. Muito grato Prof. Fergus, Karamba Filho, que só nos dás desgostos, dizem os seus pais.
Da exploração sistemática do código, constato que umas vezes ganha o actual presidente, outras a Kamala Harris, com menor frequência o Kanye West e numa pequena franja de resultados “The Squad”. Curioso verificar que Joe Biden nunca sai vencedor, de acordo com os resultados do programa, admitindo eu que por não ter (o programa, entenda-se) consciência disso.
Constato também que, nos casos em que a vencedora é Kamala Harris, as profecias de lucros do complexo militar-industrial atingem valores recordistas, colocando-se o Irão no lugar de “bombo da festa”, para gáudio dos falcões avençados, democratas e republicanos sem destrinça, cujos planos têm vindo a ser sistematicamente adiados.
E são estas as profecias desse modelo de bola matemática de cristal, que tão elevado número de mortos já produziu, numa lógica de “garbage in, garbage out”.
Karamba – com a competência que lhe é reconhecida – terá sido o autor das diversas sondagens que nas últimas semanas davam como segura a vitória de Biden por vários pontos percentuais de diferença, nomeadamente em estados como a Florida, onde Trump foi vencedor claro.
De acordo com os presentes resultados perderam (credibilidade) quase todas as instituições de sondagens e as associadas TVs (CNN…) e Jornais (NYtimes…) comentadores e analistas com acesso a esses meios, bem assim como os Tweet e Ffacebook como fontes de informação fidedigna .
Sem aldrabices eleitorais ganham ainda os cidadãos dos EUA mesmo os socialistas. Com aldrabices eleitorais a definirem o resultado será que o Senado (republicano, apesar de) evitará a criação de uma República Socialista Norte Americana englobando certas zonas dos hoje EUA?. Uma nova guerra de sesseção?.
Confesso que não me interessa muito — mas ganhar o esquerdismo fácil sem ideias e sobretudo ganharem os revisionistas das universidades chateia-me um bocado — porque o revisionismo não é uma coisa digna de ser universitária nem se estabelece como motivo do conhecimento. A colonização das universidades por descendentes de imigrantes é um problema muito grave, muito mais grave do que quem vai governar a América nos próximos 4 anos.
Faz-me confusão que os EUA tenham um sistema eleitoral tão anquilosado. Só há dois partidos, ambos geridos por contas milionárias, e nenhuma força política alternativa quebre este velho rotativismo – nem sequer a nível estadual.
Faz-me confusão que mais de dois terços dos eleitores se mobilizem numa espantosa demonstração de civismo, raras vezes vista sequer entre nós, para que o voto de mais de cem milhões de pessoas seja transferido para 538 “grandes eleitores” que confeccionam o destino da mais poderosa democracia mundial.
Faz-me confusão que em duas das últimas cinco eleições presidenciais o vencedor tenha sido aquele que menos votos recolheu nas urnas.
Faz-me confusão que por lá, aparentemente, nenhuma voz relevante se erga a contestar isto.
Pedro, não diga isso. Assim dá cabo da cabeça do Costa Ribas, que não sabe para onde se virar.
Ele pode estar baralhado, mas continua inconfundível.
Se fosse wrestling seria, Crazy Donald vs Sleepy Joe.
Depois desta longa madrugada, Sleepy são quase todos.
Acho que vai ganhar o pato donald. O pateta não tem hipóteses.
Carlos Sousa
Nesse caso a Margarida será primeira-dama. E a Clarabela ficará inconsolável.
Paciência, também se não for esse o resultado aparecem os irmãos metralha e lá vai a caixa forte do tio patinhas.
Mais temível é o João Bafo de Onça. Basta-lhe abrir a boca.
O Juíz decide.
O supremo juiz: o eleitor.
The Donald discorda.
Peninha.
Vamos ver se com falta de trunfo se joga o joker.
O trunfo é paus.
Pareceu-me ver espadas nas cartas. Mas posso estar enganado.
Paus. As espadas estão guardadas nas bainhas.
Como em “é pau é pedra, é o fim do caminho…” ?
Suspeito que os latinos vão voltar a ser brancos e expulsos da classe neo-marxista POC…
lucklucky
Quais “latinos”? Italianos? Franceses? Portugueses?
Esses não são latinos, são europeus.
Tal como os brancos nascidos em África e naturalizados americanos não são afro-americanos.
Uma estupidez. Mais uma, entre muitas, dos “amaricanos”. Que alguns idiotas por cá teimam em imitar.
É a extensão das classes sociais marxistas, às raças, ao sexo etc…somos só parte de um grupo, não há pessoas.
Totalmente contrário à célebre frase de Martin Luther King.
É um mecanismo para ganhar poder e votos e funciona logo não é estupidez para quem o aplica quando se tem os jornalistas a apoiar e criar essa narrativa. Desta vez teve alguns engulhos.
“Esses não são latinos, são europeus.
Tal como os brancos nascidos em África e naturalizados americanos não são afro-americanos.”
Segundo a narrativa éramos parte de uma minoria “racial-marxista” nos EUA ainda há uns meses, mas em face dos resultados já não deveremos ser. Mas tudo depende se no momento o Partido Democrata quer, precisa do apoio de determinado grupo ou não.
lucklucky
Lá vem o chavão.
O Biden é um marxista disfarçado, nunca me enganou.
O Prof. Fergus Karamba Filho, o tal do Colégio das Imperiais cujo consumo viral iria fazer milhões de mortos nuns sítios, centenas de milhares noutros e 85 000 mortos entre os suecos na ausência de confinamento, enveredou posteriormente pelas previsões dos números do Euro Milhões, tendo profetizado, dessa feita correctamente, que números acima de 100 não iriam sair nos próximos tempos.
Motivado pela certeza destas últimas previsões, procedeu a algumas adaptações no seu modelo de bola matemática de cristal para gerar profecias dos resultados das eleições presidenciais americanas, tendo colocado o código do programa em versão beta à minha disposição. Muito grato Prof. Fergus, Karamba Filho, que só nos dás desgostos, dizem os seus pais.
Da exploração sistemática do código, constato que umas vezes ganha o actual presidente, outras a Kamala Harris, com menor frequência o Kanye West e numa pequena franja de resultados “The Squad”. Curioso verificar que Joe Biden nunca sai vencedor, de acordo com os resultados do programa, admitindo eu que por não ter (o programa, entenda-se) consciência disso.
Constato também que, nos casos em que a vencedora é Kamala Harris, as profecias de lucros do complexo militar-industrial atingem valores recordistas, colocando-se o Irão no lugar de “bombo da festa”, para gáudio dos falcões avençados, democratas e republicanos sem destrinça, cujos planos têm vindo a ser sistematicamente adiados.
E são estas as profecias desse modelo de bola matemática de cristal, que tão elevado número de mortos já produziu, numa lógica de “garbage in, garbage out”.
Karamba – com a competência que lhe é reconhecida – terá sido o autor das diversas sondagens que nas últimas semanas davam como segura a vitória de Biden por vários pontos percentuais de diferença, nomeadamente em estados como a Florida, onde Trump foi vencedor claro.
Permita-me a correcção: Karamba Filho (que só nos dás desgostos, dizem os seus pais).
De acordo com os presentes resultados perderam (credibilidade) quase todas as instituições de sondagens e as associadas TVs (CNN…) e Jornais (NYtimes…) comentadores e analistas com acesso a esses meios, bem assim como os Tweet e Ffacebook como fontes de informação fidedigna .
Sem aldrabices eleitorais ganham ainda os cidadãos dos EUA mesmo os socialistas. Com aldrabices eleitorais a definirem o resultado será que o Senado (republicano, apesar de) evitará a criação de uma República Socialista Norte Americana englobando certas zonas dos hoje EUA?.
Uma nova guerra de sesseção?.
Cuidado.
Se o analfabetismo fosse um vírus, você estava nos cuidados intensivos.
E não é ?
Não é o quê?
Acabo de ver que o vencedor é…
http://prntscr.com/vdkq6y
o voto por correspondência. Uma boa “colheita”, ao que parece.
Quem vencer será o presidente dos EUA eleito com mais votos de sempre.
Já ouviu falar em “ballot harvesting”?
“District Attorney investigating potential Election Day ballot harvesting operation”
https://www.ocregister.com/2020/11/03/or ange-county-das-office-investigates-ball ot-harvesting-in-westminster/
2024 vai ser o ano da Ivanka.
Uma destas sextas-feiras vai ser o dia dela aqui no blogue.
E o padrão de “colheita” continua, desta vez da Georgia
http://prntscr.com/vdl7zx
Confesso que não me interessa muito — mas ganhar o esquerdismo fácil sem ideias e sobretudo ganharem os revisionistas das universidades chateia-me um bocado — porque o revisionismo não é uma coisa digna de ser universitária nem se estabelece como motivo do conhecimento. A colonização das universidades por descendentes de imigrantes é um problema muito grave, muito mais grave do que quem vai governar a América nos próximos 4 anos.
Faz-me confusão que os EUA tenham um sistema eleitoral tão anquilosado. Só há dois partidos, ambos geridos por contas milionárias, e nenhuma força política alternativa quebre este velho rotativismo – nem sequer a nível estadual.
Faz-me confusão que mais de dois terços dos eleitores se mobilizem numa espantosa demonstração de civismo, raras vezes vista sequer entre nós, para que o voto de mais de cem milhões de pessoas seja transferido para 538 “grandes eleitores” que confeccionam o destino da mais poderosa democracia mundial.
Faz-me confusão que em duas das últimas cinco eleições presidenciais o vencedor tenha sido aquele que menos votos recolheu nas urnas.
Faz-me confusão que por lá, aparentemente, nenhuma voz relevante se erga a contestar isto.