É Rui. Os seres humanos são homens e mulheres. Há a cara e a coroa na moeda posta na minha mão.
Há o ser e o ter, tronco da radical ação humana. Quando não se tem, ou se esquece ou se deseja (havendo um espírito maligno cartesiano que diz que é direito, algo ainda incontestado).
Quando temos alguém a incitar ao futuro, obrigam-nos a esquecer o passado que fomos.
Incitando ao futuro, estabelece-se o que não existe. É o direito disto e daquilo, em suma, entronca tudo na ideia do direito a ser feliz, pois o Homem tem saudade do Éden.
Estamos agora a assistir à ruína do país social-democrata criado desde 75. Assim, agora vai-se discutir se há escolinha para todos, ou dói-dói, ou esmola. Tudo porque não há dinheiro.
Assim, retome-se ou há dinheiro, ou não há. Cara ou coroa. Dia e noite. Mulher, homem. Esqueça-se feliz ou infeliz. Esqueça-se o palhaço e o coelhinho, pois só há uma bomboca: o país. Cada um por si, e Deus por todos.
É Rui.
Os seres humanos são homens e mulheres. Há a cara e a coroa na moeda posta na minha mão.
Há o ser e o ter, tronco da radical ação humana. Quando não se tem, ou se esquece ou se deseja (havendo um espírito maligno cartesiano que diz que é direito, algo ainda incontestado).
Quando temos alguém a incitar ao futuro, obrigam-nos a esquecer o passado que fomos.
Incitando ao futuro, estabelece-se o que não existe. É o direito disto e daquilo, em suma, entronca tudo na ideia do direito a ser feliz, pois o Homem tem saudade do Éden.
Estamos agora a assistir à ruína do país social-democrata criado desde 75.
Assim, agora vai-se discutir se há escolinha para todos, ou dói-dói, ou esmola. Tudo porque não há dinheiro.
Assim, retome-se ou há dinheiro, ou não há. Cara ou coroa. Dia e noite. Mulher, homem.
Esqueça-se feliz ou infeliz. Esqueça-se o palhaço e o coelhinho, pois só há uma bomboca: o país.
Cada um por si, e Deus por todos.
Ámen.
Cogito ergo sum.