A DECO publicou um estudo em que conclui que os combustíveis premium como o G Force e o H Energy são iguaizinhos aos de marca branca. A GALP, entretanto, ripostou dizendo que os combustíveis são iguais à saída da refinaria mas são diferentes na bomba. Não sou especialista, mas inclino-me para dar razão à GALP. Na verdade, abasteço sempre em postos de marca branca e posso garantir que nunca me aconteceu nada assim:
A Galp deve ter razão
Rui Rocha,

Bem alembrado, eheh! A DECO vai ter que mudar de estratégia. Acusar a GALP de fazer publicidade enganosa não vai dar!!!
Também me parece, Pedro.
Eu tb abasteço nos porstos de marca branca e tb não noto diferença, quando abasteço noutras marcas.
Agora… aquilo em que fiquei verdadeiramente interessado após assistir a este clip, foi na marca de óculos que o “lagarto/condutor” usa.
Aquilo é fantástico! Tudo voa com a deslocação, menos os óculos… apre!!!
Tem toda a razão, Bartolomeu. Parece coisa de extraterrestres.
E eu a pensar que aquilo era uma metáfora; qualquer coisa como: “Os aliens são desmascarados, você.. você é depenado“. A minha carteira, pelo menos, costuma ser quando lá vou…
Já para não falar do estereótipo; a mulher que aceita tudo desde que o “homem” use bom fato e bom carro.
Neste caso, o lagarto. Ou lá o que é.
Não é que a minha cara-metade quer, para a próxima, que abasteça dessa marca?
Eheheheh. A sua cara-metade quer vê-lo com metade da cara.
E a GALP tem razão: são mesmo diferentes, no preço.
Você não reparou que o condutor afinal é um camelo?
Amigo das ilhas atormentadas por ventos ciclónicos, não esperava que referisse que existem preços para camelos e para pessoas?
Sr. Anónimo, não é fácil perceber se esta afirmando alguma coisa, ou se me esta perguntando alguma coisa.
Seja como for; os combustiveis, as potencias e os consumos, na sua multiplicidade, incluem uma grande quantidade de truques de ilusiunismo.
Na base de toda a ação esta a energia dispensada para a relisação do mesma, é medida em calorias, na mecânica usa-se a unidade joule que compreende a quantidade de energia necessaria para efetivar uma ação. Para calcular a quantidade necessaria para qualquer ação, deve-se ter em conta muitos factores, mas os principais são: peso, velocidade e resistencia.
Os combustiveis fosseis são trabalhados em refinaria, o mais comum é a gasolina que têm 34,8×10-elevado a 6) joules de energia por cada litro, traduzido a calorias é mais ou menos o equivalente a 15 hamburgers MC.D. Se voçê ficar todo o dia no sofá no minimo de activiade possivel talvez tenha combustivel para 15 dias, se voçé trabalhar 12 horas por dia talvez tenha combustivel para 5 dias, se você for muito pesado talvez tenha combustivel para 2 dias.
Na construção de um automovel pode-se optimisar a perdas de energia dissipada, por exemplo: reduzir o atrito, optimisar mistura com o oxigénio, ou reduzir o peso da maquina, mas milagres ninguem consegue porque no final é sempre um determinado peso movido por um determinado combustivel, que para andar mais, seja em velociade, força ou em tempo; gasta sempre mais.
Eu não acredito na publicidade da Galp. Você acredita?
Não amigo, fiz uma pergunta. Obrigado pela informação, quem está habituado a trabalhar em regime elevado sabe bem o que o amigo refere. Hoje as caixas dos automóveis, com o número de velocidades que nos apresentam, são mais do que suficientes para manter o regime certo com menos desgaste e menos consumo. E os óleos também estão preparados.
Sim, a Galp tem diferença nos preços, porque uma é aditivada e a outra não. Se resulta ou não, deixemos isso com os estudos da Deco e a refutação da GALP. Eu cá prefiro a normal, e adquirida em estações low cost.
Sim, é bem verdade, mas para fazer bom uso de uma caixa de velocidades, até agora, só mesmo o homem, mas não é para todos, na outra forma, a tecnologia ainda não alcança a sabedoria de quem a cria.
Os óleos são efectivamente uma boa ajuda mas não deixam de ser um pormenor. Por exemplo: você desloca-se numa maquina com um óleo sintético bom, do melhor, que lhe vai facultar menor consumo de combustível, como pode se dar a essa regalia, fá-lo por isso mesmo. Existem casos excepcionais, por exemplo; os apanhados pelos carros. Para maioria dos comuns vai acabar por desaproveitar o que ganha, ora pelo custo mais elevado desse óleo, ora pelo nível de vida que leva, noutras palavras é; vivem com muito mas vivem desorientados.
Resumindo: Luxos, é disso que tratamos, pura e simplesmente luxos, sem qualquer sentido no que diz respeito a respeito, seja ele pelo proximo seja ele pelo planeta.
Sr. Anonimo, só há duas formas de passar pelo mundo; ou vivemos na realidade ou vivemos na treta, a escolha é feita segundo a capacidade e a vontade de cada qual.
Tudo muito bem esgalhado, prezado Senhor açoriano. Em resumo, é tudo uma questão de manter as rotações ao nível da marcha, e de encaixar as velocidades na situação e terreno adequados.
Mas deixe-me confessar-lhe algo, a vida já me ensinou que há certos acontecimentos que se vivem não por opções feitas. Às vezes há quem pense que tem o direito e o dever de pensar e agir pelos outros, e geralmente dá borrasca. Bem, não me interprete mal, há uma atitude que me toca particularmente quando a vejo: ou se vive com coragem ou como um cobarde. E é aqui que eu discordo do Senhor açoriano, ou seja, só há mesmo uma forma de se passar pela vida: ou com coragem ou com cobardia.
Ó Sr. Anónimo, deixe-se de cobardias e mostre o seu rosto, é que isto de viver fustigado por ventos ciclónicos deixa a malta sem pachorra, sabe?. É que aparece tanto palerma com tanta treta e tanta léria que muito sinceramente vou chegando a pontos de desistir desta coisa chamada democracia.
Prezado Senhor açoriano, as suas reflexões são estimulantes, pois de tão profundas que são fazem sempre lembrar-me coisas mais elevadas. Ainda assim, dividindo-me entre a caridade e a espada, optei pela primeira. O seu comentário transportou-me àquela afirmação muito conhecida, e também ao seu significado: “não deis aos cães o que é santo, nem lanceis entre os porcos as vossas pérolas, para que não as pisem com os pés e, voltando-se, vos dilacerem”.
Olhe que é preciso muita coragem para levar isto a peito.
Não desista, não desista. A verdadeira coragem reside no facto de contrariarmos os nossos impulsos, ou pulsões, “mortais”.
Tânatos é uma constante da vida, assim como Eros, são um par numa constante relação, fazem-se elevar um sobre o outro num bailado constante e eterno.
Para mim, a coragem não está no recalcar as pulsões mas sim na capacidade de aceitação destas, pois são a verdade e só com ela caminho. Pior do que morrer é não viver.
Creio que vai por aí um grande confusão, Senhor açoriano. Se Tânato, ou Tânatos, personifica a morte, Hades é o deus dos mortos.
Será que o prezado Senhor açoriano anda com a birra, ou nem por isso?
Psicanálise, já ouviu falar? Sigmund Freud, diz-lhe alguma coisa?
Eu já ouvi, é muito interessante, aconselho.
Passar bem.
Fez bem. Retribuo os votos.
Já agora: A gasolina da GALP é activada com o quê?
Senhor açoriano, isso só o mago “Merlin” pode responder. Pelo que sei há por lá qualquer coisa, mas parece que não resulta; tendo em conta informações vindas a lume. Eu já disse que não bebo por esse cálice.
Pois até prova, eu dou o beneficio da duvida, não vou ser conclusivo sem alguém me mostrar o que supostamente fazem à gasolina.